A Seleção Brasileira iniciará sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 no próximo dia 13, nos Estados Unidos, diante de Marrocos, pelo Grupo C. Além dos africanos, Haiti e Escócia completam a chave comandada por Carlo Ancelotti. Os três adversários chegam ao torneio após campanhas positivas em suas respectivas regiões e apostam em elencos competitivos para buscar uma vaga na fase eliminatória.
Marrocos chega como principal ameaça do grupo
Atual campeão da Copa Africana de Nações e semifinalista da Copa do Mundo de 2022, Marrocos desembarca nos Estados Unidos como o adversário mais forte do Brasil na fase de grupos. Conforme reportagem publicada pela CNN Brasil e assinada pelo jornalista Victor Fardin, a seleção africana passou recentemente por uma mudança no comando técnico. Além disso, Mohamed Ouahbi assumiu o cargo após a saída de Walid Regragui e chega respaldado pelo trabalho realizado nas categorias de base.
Dentro de campo, os marroquinos contam com jogadores de destaque no futebol europeu. O lateral Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, e o meia Brahim Díaz, do Real Madrid, são as principais referências técnicas da equipe. Além disso, o elenco também possui atletas experientes como o goleiro Bono e o zagueiro Issa Diop. Dessa forma, Marrocos chega ao Mundial cercado por expectativas e com o objetivo de repetir o protagonismo recente.
Haiti vive retorno histórico ao Mundial
O Haiti disputará sua segunda Copa do Mundo e encerrará uma espera de mais de 50 anos desde sua última participação. Segundo informações publicadas pela CNN Brasil, em reportagem de Victor Fardin, a classificação foi conquistada após uma campanha consistente nas Eliminatórias da Concacaf, superando seleções tradicionais da região.
Comandada pelo técnico francês Sébastien Migné, a equipe aposta na evolução do elenco e na chegada de jogadores naturalizados para aumentar sua competitividade. Além disso, os reforços ampliaram as opções do treinador para a disputa do torneio. Nos amistosos preparatórios, os haitianos mostraram força ofensiva ao golear a Nova Zelândia. Por outro lado, a derrota para o Peru evidenciou pontos que ainda precisam ser ajustados antes da estreia.
Escócia aposta em geração renovada
De volta à Copa do Mundo após 28 anos, a Escócia chega embalada pela boa campanha realizada nas Eliminatórias Europeias. Além disso, os resultados obtidos nos amistosos aumentaram a confiança da equipe para a disputa do torneio.
O principal nome da seleção é Scott McTominay, destaque do Napoli e referência técnica do elenco. Entretanto, os escoceses tiveram uma baixa importante com a lesão de Billy Gilmour. Ainda assim, o técnico mantém confiança em um grupo que mistura experiência e juventude. Ao mesmo tempo, jogadores como Tyler Fletcher simbolizam a renovação da seleção e surgem como apostas para a competição.
Para o Brasil, os três adversários apresentam características distintas. Enquanto Marrocos surge como a equipe mais consolidada do grupo, Haiti e Escócia chegam motivados por campanhas históricas e pelo desejo de surpreender. Assim, a tendência é de uma fase de grupos equilibrada. Por fim, a Seleção Brasileira precisará confirmar o favoritismo dentro de campo para avançar às fases eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.