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Três suspeitos do PCC são presos após vítimas irem parar na UTI em Piracicaba

Polícia Civil cumpriu mandados de prisão e busca contra suspeitos de participação em um "tribunal do crime" motivado por um suposto abuso sexual contra uma bebê
Três suspeitos do PCC são presos em Piracicaba após vítimas ficarem na UTI, com agentes da Polícia Civil e viaturas estacionadas em área de apoio, incluindo uma caminhonete e carro de patrulha

Três pessoas, com idades de 18, 22 e 28 anos, foram presas nesta quinta-feira (2) durante a Operação Derectio, deflagrada pela Polícia Civil de Piracicaba (SP). Os suspeitos são investigados por participação em um caso de sequestro, tentativa de homicídio qualificado e organização criminosa ligado a um “tribunal do crime” atribuído a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Crime deixou três vítimas gravemente feridas

Segundo as investigações da Delegacia de Homicídios de Piracicaba, o crime ocorreu em 7 de junho, na Comunidade Pantanal. Três pessoas foram sequestradas e submetidas a agressões que provocaram lesões graves na cabeça e no rosto, sendo necessária a internação das vítimas, inclusive em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A Polícia Civil apurou que a ação criminosa teria sido motivada por um suposto abuso sexual cometido contra uma criança de um ano e sete meses.

Quatro suspeitos foram identificados

As investigações identificaram quatro envolvidos no caso, sendo três homens e uma mulher. Nesta quinta-feira, os policiais cumpriram três mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão.

As ordens judiciais foram executadas em imóveis localizados na região central de Piracicaba, no bairro Monte Líbano e na Comunidade Pantanal.

Operação contou com apoio de unidades especializadas

A Operação Derectio foi coordenada pela Delegacia de Homicídios da Deic de Piracicaba, sob responsabilidade da delegada Juliana Pereira Ricci, e contou com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise).

Os presos permanecem à disposição da Justiça, e a Polícia Civil prossegue com as investigações para esclarecer todas as circunstâncias do caso e identificar eventuais outros envolvidos.


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Autor

  • Luana Gasparetto

    Jornalista e radialista, com experiência em produção de conteúdo multiplataforma, elaboração de pautas, entrevistas e cobertura jornalística, com foco em informação de interesse público, comunicação digital e jornalismo investigativo. É autora do livro-reportagem “Borboletas de Concreto: desvelando as marcas deixadas nos corpos de ex-detentas e suas metamorfoses” e pós-graduanda em Gestão de Rádio e Mídias Audiovisuais.

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