O homem suspeito de matar a ex-companheira, Laysa Cristine Neris da Silva Bonfim, de 23 anos, em Suzano, acabou preso na noite desta quarta-feira (23), em Mogi Mirim, no interior de São Paulo. Segundo o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), policiais abordaram Dioney Santos Celestino, de 29 anos, sem documentos durante um patrulhamento na Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros. A corporação afirma que ele seguia para Aguaí.
Suspeito foi localizado durante patrulhamento
De acordo com a Polícia Militar, os agentes abordaram Dioney na rodovia e consultaram os dados do homem. Durante a verificação, os policiais identificaram um registro relacionado ao feminicídio ocorrido em Suzano.
Além disso, segundo a corporação, Dioney informou que seguia para Aguaí. No momento da abordagem, ele não apresentou documentos pessoais.
Ainda conforme a polícia, o homem possui antecedentes por homicídio, furto e tráfico de drogas. No entanto, os agentes não encontraram nenhum material ilícito durante a abordagem.
Após a prisão, os policiais levaram o suspeito para a Central de Polícia Judiciária de Mogi Guaçu, onde a ocorrência foi registrada.
Jovem foi encontrada morta dentro de casa
Laysa Cristine Neris da Silva Bonfim morreu na última segunda-feira (21), no bairro Jardim Varan, em Suzano. A jovem estava dentro de casa e apresentava um ferimento na cabeça.
Segundo informações da família, uma amiga recebeu uma mensagem atribuída ao ex-companheiro de Laysa. Na mensagem, ele afirmava ter matado a jovem. Por isso, a mãe e o padrasto foram até o imóvel para verificar a situação.
Ao chegarem ao endereço, os familiares encontraram a porta presa por uma corrente. Em seguida, eles arrombaram a entrada e localizaram Laysa morta dentro da residência.
Além disso, o padrasto contou à polícia que o suspeito teria mostrado a moradores da região um vídeo no qual a vítima aparecia morta.
Polícia Civil investiga o caso
A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias da morte de Laysa. A Delegacia de Polícia Central de Suzano registrou o caso como feminicídio.
A prisão ocorreu dois dias depois da morte da jovem. Agora, os investigadores devem apurar a dinâmica do crime e reunir elementos que possam esclarecer a participação do suspeito no homicídio.




