Mila Seidl, empresária, influenciadora e esposa de Lito Sousa, fez sua primeira declaração nesta sexta-feira (2), após a morte do marido. Em vídeos publicados nas redes sociais, ela informou que o enterro seguirá os desejos deixados por Lito e será realizado nao Parque de Material Aeronáutico, o PAMA, da Força Aérea Brasileira, zona norte da cidade de São Paulo.
Na sequência, Mila pediu que não fossem feitas fotos durante a cerimônia, para preservar a imagem do marido diante do filho. Ela também ressaltou que, depois de uma imagem ser publicada na internet, é difícil retirá-la completamente. Segundo ela, o menino não estará presente no momento da despedida.
A empresária reforçou ainda que não gostaria que imagens dos últimos momentos fossem compartilhadas. “Não tirem foto, tá? Porque tudo o que cai na internet não sai nunca mais, eu tenho um filho de sete anos que quero preservar a imagem dele. Aquela imagem que a gente tem, bonita, a minha maior preocupação é essa”, comentou Mila.
A influenciadora também detalhou como será a despedida. O velório será das 9h à 13h para a família e aos fãs das 9h às 11h45, com acesso de familiares e amigos separado do público geral. Haverá a realização de uma cerimônia reservada aos mais próximos.
Lito Souza
O diagnóstico de Lito para a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) foi anunciado publicamente em 21 de agosto. Entre a divulgação da doença e a morte do influenciador, transcorreram 41 dias.
Durante esse período, em setembro, Lito recebeu autorização excepcional da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para utilizar um medicamento experimental contra a doença. A substância ALN-6457 havia sido testada anteriormente apenas em animais, e o especialista foi a primeira pessoa a receber o tratamento.
A morte foi comunicada pela esposa, Mila Seidl, em um vídeo publicado em sua conta no Instagram, no qual prestou uma homenagem ao marido. Na legenda da publicação, escreveu: “Um grande abraço e até o próximo voo”.
Quem era Lito Sousa?
Especialista em manutenção de aeronaves, Lito trabalhou em empresas do setor, entre elas a companhia aérea norte-americana United Airlines. Sua projeção pública, no entanto, veio com a criação do canal Aviões e Músicas.
Nas redes sociais, ele abordava de forma acessível assuntos relacionados à aviação, como funcionamento das aeronaves, segurança de voo, turbulências, manutenção e acidentes aéreos.
A atuação na área também o tornou uma fonte recorrente para veículos de imprensa e para o público em momentos de grandes tragédias aéreas. Ao longo dos anos, Lito analisou acidentes como o que matou os integrantes dos Mamonas Assassinas, a queda do voo da Chapecoense e o acidente que vitimou a cantora Marília Mendonça.





