Três meses após a morte de Franco Tavares Mendes, de 19 anos, a Polícia Civil ainda busca esclarecer o caso em Piracicaba, no interior de São Paulo. O estudante morreu em 11 de julho, em uma república estudantil. Até este domingo (11), os investigadores ainda não tinham uma conclusão oficial sobre a causa da morte.
A Polícia Civil aguarda os resultados dos exames periciais e novos depoimentos. Enquanto isso, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) acompanha o inquérito policial.
Em atualização publicada neste domingo, o g1 informou que a Promotoria de Justiça Criminal de Piracicaba não abriu uma investigação criminal própria. Segundo o MP-SP, o órgão acompanha o trabalho da Polícia Civil dentro do próprio inquérito.
Além disso, o promotor responsável aguarda as diligências policiais. Após a conclusão dessa etapa, ele decidirá como dará continuidade ao acompanhamento do caso.
Polícia apreendeu bebidas alcoólicas na república
Durante a investigação, a Polícia Civil recolheu diversas bebidas alcoólicas no local onde encontrou o estudante. Entre os itens apreendidos estavam cerveja, vinho, vodca, uísque e outras bebidas destiladas, além de energéticos.
No entanto, a presença desses produtos não determina a causa da morte. Os exames periciais devem contribuir para esclarecer as circunstâncias do caso.
Na ocasião, a Guarda Civil Municipal informou que o corpo não apresentava sinais aparentes de violência. Por isso, as autoridades registraram a ocorrência como morte suspeita.
Relembre o caso:
- Aluno da Esalq/USP de 19 anos é encontrado morto em república de Piracicaba
- Ministério Público acompanha caso de estudante da USP encontrado morto em Piracicaba
Quem era Franco Tavares Mendes
Franco tinha 19 anos e cursava o segundo ano de Engenharia Agronômica na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba.
No dia 11 de julho, equipes da Guarda Civil Municipal encontraram o jovem sem vida em uma república estudantil. O Samu também participou do atendimento à ocorrência.
Após a morte, a Esalq/USP e outras entidades ligadas à comunidade acadêmica publicaram homenagens ao estudante.
O que falta esclarecer
A Polícia Civil busca determinar a causa da morte e reconstruir as circunstâncias da ocorrência. Para isso, os investigadores aguardam os laudos periciais e coletam depoimentos de pessoas que estavam na república.
Até a última atualização divulgada, as autoridades ainda não haviam esclarecido oficialmente o que provocou a morte de Franco.




