Durante o debate presidencial realizado pela Band em parceria com o Estadão, ontem (18), o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) declarou que manterá o reajuste de 15% no Bolsa Família caso seja eleito.
O aumento do benefício foi anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais. A decisão gerou críticas e levou ao acionamento da Justiça Eleitoral.
No debate, Flávio Bolsonaro também apresentou uma proposta para lidar com as dívidas da população junto aos bancos. Segundo o candidato, se eleito, seu governo adotará medidas para que os débitos fiquem temporariamente suspensos.
“Quando eu começar a ser presidente da República, a taxa de juros já vai começar a cair de uma forma muito rápida. E para você que é pessoa física, vai ficar seis meses congelado, parada a sua dívida, você não vai pagar boleto nenhum, e para você que é pessoa jurídica, esse prazo vai ser de um ano”, comentou o presidenciável.
Em relação ao reajuste do Bolsa Família, um dia após o anúncio do governo Lula, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e considerou a medida legal, antes da análise do caso pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



