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Viva e Deixe Viver abre inscrições para curso de contação de histórias

Formação prepara voluntários para atuar com contação de histórias em hospitais
viva e deixe viver

Com pequenos gestos, realidades inteiras podem ser transformadas! E por isso a Viva e Deixe Viver convida novos voluntários a fazerem parte da sua rede de contadores de histórias ao abrir novas inscrições para o curso “A Arte de Contar Histórias e do Brincar no Âmbito da Saúde”. As inscrições ficarão abertas até 10 de março, e os interessados podem obter mais informações no site da organização (clique aqui).

Na Baixada Santista, a Associação conta com 11 voluntários que atuam no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, levando histórias e momentos de leveza para as crianças, adolescentes e suas famílias. Com a abertura de novas turmas no curso, a Viva e Deixe Viver busca ampliar o time de contadores de histórias e expandir sua atuação para outros hospitais da região, fortalecendo a rede de cuidado com leitura, brincadeiras e humanização no ambiente hospitalar.

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“A contação de histórias é um gesto simples, mas profundamente transformador. Ela impacta as crianças, que encontram acolhimento em meio ao tratamento, e também os voluntários, que vivenciam trocas humanas muito potentes. Com esta nova edição do curso, queremos formar pessoas dispostas a começar um novo ciclo fazendo o bem e levando afeto a quem mais precisa”, afirmou Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver.

Alcance da associação

Viva e Deixe viver, está presente em mais de 90 hospitais e escolas do Brasil. (Divulgação)

A Viva está presente em todo o Brasil, em mais de 90 hospitais e escolas distribuídos pelas cidades de São Paulo, Campinas, Marília, Baixada Santista, Litoral Norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Recife e Brasília.

Em 2024, os gestos de cuidado impactaram mais de 118 mil pessoas, entre pacientes, familiares e profissionais da saúde.

Sobre o curso

O curso “A Arte de Contar Histórias e do Brincar no Âmbito da Saúde”, é realizado no formato híbrido e derecionado a pessoas com mais de 18 anos, com interesse em se tornar contadores de história de forma voluntária.

Com o valor de investimento de R$ 380, o conteúdo é dividido em dez módulos presenciais, além de encontros online e aulas extras para esclarecimento de dúvidas. A previsão é de que as aulas sejam realizadas entre março e junho.

O poder da contação de história

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A previsão é de que as aulas sejam realizadas entre março e junho.(Divulgação)

Um estudo realizado em 2021, pelo instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e pela Universidade Federal do ABC (UFABC), em parceria com Viva e Deixe Viver, mostrou que a contação de histórias ajuda a reduzir o estresse em crianças hospitalizadas, além de diminuir os níveis de cortisol e aumentar a liberação de ocitocina.

A pesquisa também apontou beneficíos fisiológicos e psicológicos associados à leitura. Ao entrar em contato com narrativas de fantasia, as crianças vivenciam experiências que as afastam, ainda que momentaneamente, do ambiente hostil da internação. O estudo acompanhou 81 crianças, com idades entre 2 e 7 anos, internadas na UTI do Hospital São Luiz Jabaquara, da Rede D’Or, em São Paulo, todas com quadros clínicos semelhantes e problemas respiratórios, como asma, bronquite e pneumonia.

Sobre a Associação Viva e Deixe Viver 

Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.  A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 601 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 89 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas Invillia, Everymind, Rede D`Or, Pfizer, Perfetti Van Melle, Instituto Helena Florisbal, Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.


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Autor

  • Rayssa de Souza

    Estudante de Jornalismo com previsão de conclusão do curso em 2026. Atualmente, desenvolve iniciação científica na área de comunicação e direitos humanos, com ênfase na violência contra jornalistas brasileiros durante o governo Bolsonaro. Como estagiária no portal, alia o aprendizado acadêmico à prática do jornalismo digital, sempre com olhar atento para temas sociais e de relevância pública.

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