Um carro atropelou e matou um pedestre na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), no trecho de Campinas, na manhã desta sexta-feira (30). O acidente na Bandeirantes ocorreu por volta das 5h, na altura do km 89,560 (km 90), na pista sentido São Paulo. O motorista não conseguiu desviar a tempo ao encontrar a vítima na faixa de rolamento.
A ocorrência mobilizou equipes de socorro, exigiu o bloqueio temporário da via e provocou mais de 3,4 quilômetros de congestionamento no início da manhã.
Como aconteceu o atropelamento na Rodovia dos Bandeirantes
De acordo com apurações da concessionária Autoban e da Artesp, o condutor de um Citroën C3 trafegava no sentido Sul quando se deparou com o homem no meio da pista. Sem tempo para frear ou realizar manobra defensiva, o veículo atingiu o pedestre.
O Centro de Controle Operacional (CCO) da Autoban acionou os serviços de emergência às 4h49. Médicos do Samu chegaram ao trecho às 6h09 e atestaram o óbito às 6h11. O motorista do carro escapou ileso. As autoridades locais não informaram a identidade da vítima.
Bloqueio de faixas e lentidão no trânsito de Campinas
O atendimento ao acidente na Rodovia dos Bandeirantes impactou diretamente os motoristas que seguiam em direção à capital paulista:
- Faixa 1: A concessionária fechou a via da esquerda entre 5h09 e 6h32, direcionando todo o fluxo para as pistas da direita.
- Interdição total momentânea: Às 6h20, os agentes interromperam o tráfego em todas as faixas e no acostamento por um minuto para reposicionar o corpo em local seguro.
- Liberação das pistas: As faixas 2 e 3 voltaram a receber veículos às 6h21, enquanto a faixa 1 teve liberação completa às 6h32.
- Fila de veículos: O bloqueio causou lentidão severa na SP-348 entre o km 93 e o km 89,560, gerando um congestionamento de 3,4 km.
Perícia e liberação total da pista
A Polícia Científica realizou os trabalhos periciais no local às 10h58 para determinar a dinâmica do atropelamento. O carro da funerária recolheu o corpo às 12h20. Por volta das 12h40, um guincho removeu o Citroën C3 para um posto de serviços, restabelecendo o fluxo normal tanto na rodovia quanto no acostamento.

Crédito: Artesp




