O Golpe da Mostarda ganhou atenção nesta semana após relatos de furtos em ônibus urbanos. O esquema usa distração para roubar pertences. A ação ocorre em grupo, principalmente em cidades grandes, e se aproveita da reação rápida da vítima diante de uma situação inesperada.
Como funciona o Golpe da Mostarda
O Golpe da Mostarda segue um padrão organizado. Criminosos atuam em conjunto dentro do transporte público.
Ação começa com sujeira proposital
Um dos suspeitos suja a roupa da vítima sem aviso. O líquido pode parecer vômito ou outro tipo de sujeira. A vítima não percebe o momento exato da ação.
Abordagem com falsa ajuda
Logo depois, outra pessoa se aproxima. Ela aponta a sujeira e oferece ajuda para limpar. Esse contato cria confusão e reduz a atenção da vítima.
Furto ocorre durante distração
Enquanto a vítima tenta entender o que aconteceu, um terceiro integrante realiza o furto. Celulares, carteiras e bolsas são os principais alvos.
Segundo relatos divulgados na internet, tudo acontece em poucos segundos. A ação coordenada dificulta a reação imediata.
Onde o Golpe da Mostarda tem sido registrado
Casos recentes do Golpe da Mostarda foram relatados em linhas de ônibus de São Paulo. Entre elas estão trajetos como 175P-10 (Ana Rosa), 5110-10 (Terminal São Mateus) e 172U-10 (Cem. Pq. dos Pinheiros).
Golpe da Mostarda já existe em outros países
O Golpe da Mostarda não é exclusivo do Brasil. O método já foi registrado em países da América do Sul e da Europa.
No exterior, o esquema é conhecido como “mustard scam”. Criminosos utilizam substâncias amarelas para simular acidentes e distrair turistas.
Relatos indicam ocorrências em cidades como Buenos Aires. Em muitos casos, o alvo são pessoas distraídas ou em deslocamento.
Como se proteger do Golpe da Mostarda
A prevenção é a principal forma de evitar o Golpe da Mostarda. Pequenas atitudes podem reduzir o risco.
Evite contato com desconhecidos
Recuse ajuda imediata de pessoas estranhas. Mesmo em situações incomuns, mantenha distância.
Proteja seus pertences
Guarde celular e carteira em locais seguros. Evite bolsos abertos ou mochilas acessíveis.
Mantenha atenção ao redor
Observe comportamentos suspeitos dentro do ônibus. Grupos próximos podem indicar ação coordenada.
Procure ajuda oficial
Em caso de suspeita, acione a Polícia Militar pelo telefone 190. Registre boletim de ocorrência para investigação.
O que dizem autoridades sobre o golpe
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo orienta que vítimas informem detalhes do ocorrido. Isso ajuda na identificação dos envolvidos.
A pasta também destaca a importância do registro formal. Sem esse passo, a investigação pode ser prejudicada.
Casos recentes seguem em apuração por delegacias da capital paulista.