O Pix por aproximação passa a não ter mais o teto de R$ 500. A medida foi anunciada pelo Banco Central (BC) em junho e entrou em vigor ontem (1º), permitindo transações que ultrapassem esse valor.
Com o fim do limite específico, as operações por aproximação passam a seguir as mesmas regras aplicadas ao Pix tradicional, utilizado por meio da leitura de QR Code ou de outras formas de pagamento instantâneo.
Nesse caso, os limites ficam a cargo das instituições financeiras, que levam em consideração o perfil e o histórico financeiro de cada cliente.
Regras
Os pagamentos feitos por aproximação passam a seguir as mesmas regras de limite do Pix tradicional, utilizado por meio de QR Code ou de outras modalidades de pagamento instantâneo.
A definição dos valores cabe às instituições financeiras, que estabelecem os limites com base no perfil e no histórico financeiro de cada cliente.
Não haverá, portanto, um novo teto único para substituir os R$ 500. Um cliente poderá fazer uma transação de R$ 600 ou de R$ 1 mil por aproximação se o limite de sua conta permitir.
Ajustes
O processo pode mudar de acordo com a instituição financeira, mas, em geral, envolve algumas etapas:
- abrir o aplicativo do banco;
- procurar as opções relacionadas ao Pix;
- acessar o espaço destinado aos limites ou ao gerenciamento do Pix por aproximação;
- solicitar a alteração do valor autorizado;
- concluir as etapas de autenticação solicitadas pela instituição.
Funcionamento
O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e a máquina de pagamento sem a necessidade de digitar dados.
Disponível desde fevereiro de 2025, a modalidade pode ser usada diretamente pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis.





