Uma frente fria avança pelo Centro-Sul do Brasil nesta quinta-feira (23). Em seguida, o sistema altera o tempo e as chuvas se espalham rapidamente pelas regiões. Por conseguinte, as temperaturas caem com força em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Paralelamente, o El Niño modula o clima nacional, gerando um contraste nítido no país. Portanto, enquanto o Sudeste e o Sul ganham alívio térmico, o interior do Brasil Central enfrenta uma estiagem severa com a umidade relativa do ar em patamares de emergência.
Frente fria altera o clima em São Paulo
O sistema frontal traz mudanças drásticas ao estado de São Paulo. Desse modo, o tempo firme cede espaço à instabilidade atmosférica. Logo, a chuva avança pelo oeste, sudoeste e sul paulista. Além disso, pancadas fortes atingem o interior, e temporais isolados preocupam regiões como Presidente Prudente e Marília.
Posteriormente, a Região Metropolitana de São Paulo registra aumento de nebulosidade e os termômetros caem nesta quinta-feira. Consequentemente, a sexta-feira (24) terá céu nublado e chuva frequente, com a capital alcançando uma máxima próxima de 20°C devido a ventos intensos de sul. Da mesma forma, a região de Campinas sofrerá forte queda, fazendo a máxima despencar para cerca de 21°C na sexta-feira em meio a chuvas recorrentes.
Chuva forte no Mato Grosso do Sul e alerta no Sul
O Mato Grosso do Sul sofre os efeitos diretos da frente fria. Nesse sentido, o centro-sul, o sudeste e o leste do estado concentram as áreas mais atingidas por pancadas fortes, trovoadas e rajadas de vento. Por causa disso, o Inmet mantém avisos ativos de tempestade para municípios sul-mato-grossenses. Enquanto isso, Campo Grande registra máxima próxima de 24°C nesta quinta-feira.
No entanto, na Região Sul, a trégua na chuva no Rio Grande do Sul dura pouco. Logo após, novas áreas de instabilidade alcançam o território gaúcho na sexta-feira. A partir de domingo (26), uma nova rodada de chuvas intensas começa, podendo acumular volumes de até 250 milímetros em alguns pontos até a próxima quarta-feira (29).
Ar seco extremo no Brasil Central
Enquanto o Sul e o Sudeste registram queda nos termômetros, o Brasil Central vive uma realidade oposta. Sob o domínio de uma intensa massa de ar seco e quente, Goiás, Distrito Federal, boa parte de Mato Grosso e o centro-norte de Minas Gerais enfrentam umidade entre 12% e 20%. Desse modo, esses patamares configuram situação de emergência e elevam drasticamente o risco de queimadas e impactos à saúde. Por fim,
