O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu um esclarecimento oficial após a circulação de mensagens falsas nas redes sociais sobre cobranças para serviços de regularização eleitoral. A instituição reforça que todos os serviços da Justiça Eleitoral são públicos e gratuitos.
Mensagens fraudulentas têm circulado principalmente via WhatsApp, informando sobre supostas “pendências eleitorais” vinculadas ao CPF do cidadão.
O esquema funciona da seguinte forma
- Abordagem: Comunicados falsos alegam irregularidades no título de eleitor.
- Isca: Solicitam o acesso a links externos para uma “regularização imediata”.
- Falsa identidade: Ao clicar, o usuário é levado a uma página com logomarca semelhante à do TSE para gerar credibilidade.
- Ameaças: O conteúdo menciona sanções como bloqueio de serviços públicos e impedimentos legais para pressionar a vítima.
Orientações
O TSE reitera que não envia boletos, não solicita pagamentos nem cobra taxas por meio de mensagens, SMS, aplicativos ou e-mail. Dados pessoais ou bancários nunca são solicitados por esses canais.
Serviços que são 100% gratuitos:
- Emissão do primeiro título;
- Transferência de domicílio;
- Atualização de dados cadastrais.
Como se proteger
Para evitar cair em fraudes, a Justiça Eleitoral recomenda:
- Não clicar em links suspeitos ou fornecer informações pessoais em chats.
- Não realizar pagamentos solicitados por meios não oficiais.
- Verificar a URL: Antes de qualquer ação, confira se o endereço no topo da página é um dos domínios oficiais:
- TSE: https://www.tse.jus.br/
- Justiça Eleitoral: https://www.justicaeleitoral.jus.br/
Canais oficiais: Qualquer consulta ou procedimento de regularização deve ser realizado exclusivamente pelo site do TSE ou pelo aplicativo e-Título.
O Tribunal reforça a necessidade de verificar a veracidade das informações antes de compartilhá-las, combatendo a desinformação e prevenindo golpes financeiros.