Uma madrugada de susto atingiu os moradores do Parque Shalon, em Campinas, neste domingo (21). Um incêndio de grandes proporções avançou rapidamente pela comunidade, consumindo pelo menos cinco moradias e mobilizando equipes de emergência durante as primeiras horas do dia.
Origem do incêndio e atuação das equipes
O fogo começou por volta das 4h30, segundo relatos dos próprios moradores. O incidente ocorreu em um terreno na Rua Olinto Lunardi, número 26, próximo à Rodovia SP-101.
Assim que chegaram ao local, os agentes do Corpo de Bombeiros controlaram as chamas com o apoio da Polícia Militar (PM). Felizmente, não há registros de feridos. Embora a equipe de combate tenha finalizado o trabalho no terreno, os especialistas ainda investigam o que provocou o início do fogo.
Assistência às famílias desabrigadas
Logo após o controle da situação, a Prefeitura de Campinas enviou representantes das secretarias de Assistência Social e de Habitação para o local. Esses profissionais já prestam atendimento direto às famílias que perderam suas casas. Simultaneamente, a Defesa Civil acompanha os desdobramentos para avaliar com precisão os danos causados na área atingida.

Nota da Prefeitura de Campinas
Sobre o ocorrido, a Prefeitura de Campinas emitiu nota oficial detalhando as ações de suporte social:
“A Prefeitura de Campinas informa que equipes da Defesa Civil e das secretarias de Desenvolvimento e Assistência Social e de Habitação foram mobilizadas na manhã deste domingo (21), após um incêndio atingir cinco habitações em uma comunidade no Jardim Regina, região do Parque Shalon. Ninguém ficou ferido.
Vinte e uma pessoas ficaram desalojadas, sendo 12 adultos e nove crianças.
A Prefeitura realizou no local um atendimento emergencial e as famílias receberam alimentação, cobertores, colchões, kits de higiene e cartões do Programa Nutrir, que garante a compra de alimentos, produtos de higiene e limpeza em comércios credenciados pela Prefeitura. Além disso, todas as famílias foram orientadas sobre como ter acesso ao auxílio-aluguel.
Todas as famílias recusaram acolhimento em abrigo e permanecerão em casas de parentes. A Prefeitura permanece mobilizada para garantir o atendimento socioassistencial e o caso é acompanhado pela equipe do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Vila Réggio, que seguirá avaliando as necessidades de cada grupo.”