A Polícia Civil encontrou uma fábrica de drogas em uma casa no Jardim Anton von Zuben, em Campinas, no interior de São Paulo, e prendeu três pessoas na quarta-feira (14). Durante a operação, os agentes apreenderam cerca de 83,4 quilos de entorpecentes, equipamentos para produzir derivados de cannabis e três celulares. Além disso, os investigadores constataram que o imóvel ficava a aproximadamente 50 metros de uma escola.
Polícia cumpriu mandados em Campinas e Valinhos
A operação reuniu equipes da 1ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DIG), ligada à Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Campinas, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE).
Ao longo da ação, os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em três endereços. Em um imóvel de Campinas, os agentes encontraram a estrutura usada para produzir drogas. Já nas outras duas residências, em Valinhos, as equipes não encontraram materiais ilícitos.
Investigadores apreenderam mais de 80 quilos de drogas
Na casa em Campinas, os policiais recolheram aproximadamente 80,9 quilos de maconha moída e 2,5 quilos de haxixe embalado.
Além disso, a equipe apreendeu equipamentos utilizados para extrair substâncias concentradas de cannabis, conhecidas como “dry” e BHO, assim como três aparelhos celulares.
Três suspeitos foram presos durante a operação
Segundo a Polícia Civil, o responsável pela casa admitiu que produzia e comercializava os entorpecentes encontrados no imóvel. Por esse motivo, os policiais o prenderam em flagrante por tráfico de drogas. Além disso, a investigação apura sua possível participação em associação para o tráfico.
Os agentes também prenderam uma mulher em flagrante. Conforme o relato policial, ela declarou que conhecia a produção e a venda de drogas na residência. Ainda segundo a investigação, ela ajudou a preparar embalagens em pelo menos uma ocasião.
Já o terceiro suspeito acabou preso por associação para o tráfico. De acordo com os investigadores, ele admitiu que transportava drogas para o grupo com frequência. Além disso, os policiais encontraram conversas recentes sobre entorpecentes no celular dele.
Polícia solicitou prisão preventiva dos três investigados
Após as prisões, a Polícia Civil pediu à Justiça que convertesse as prisões em flagrante em preventivas. No entanto, a manutenção dos investigados na prisão depende de decisão judicial.
Enquanto isso, os investigadores continuam apurando a participação de cada suspeito. O objetivo é reunir provas e esclarecer como funcionavam a produção e a comercialização das drogas.




