A Polícia Civil apreendeu aproximadamente 70 quilos de drogas, além de um revólver calibre .38 e munições, durante duas ações realizadas na quinta-feira (13), em Campinas. As equipes atuaram nos bairros São Pedro e Parque Itajaí 1. As operações também levaram à prisão de três pessoas por envolvimento com o tráfico. Além disso, em uma das ocorrências, duas crianças estavam na casa onde os policiais encontraram a maior quantidade de maconha.
Maconha estava em chácara no bairro São Pedro
Primeiramente, policiais da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Deic, receberam informações sobre uma chácara no bairro São Pedro que estaria sendo usada para armazenar drogas.
Durante a apuração, os investigadores encontraram caixas e embalagens espalhadas na área externa dos imóveis da propriedade. Por isso, decidiram entrar em uma das casas. No local, abordaram um homem que estava em frente à residência.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito admitiu que guardava drogas dentro da casa. Logo depois, os policiais localizaram 63 tijolos de maconha sobre um armário, em um dos quartos. A pesagem apontou 69 quilos da droga. Além disso, os investigadores encontraram embalagens semelhantes às que estavam na área externa da propriedade.
Duas crianças, enteadas do suspeito, também estavam na residência durante a abordagem. Após a ação, familiares assumiram os cuidados das meninas.
Diante dos fatos, os policiais prenderam o homem em flagrante. A autoridade policial o autuou por tráfico de drogas e corrupção de menores. Além disso, a Polícia Civil pediu à Justiça a conversão da prisão em preventiva.

Investigação de homicídio encontra drogas e arma
Já no Parque Itajaí 1, policiais da Delegacia de Homicídios de Campinas cumpriram mandados de busca e apreensão durante a investigação sobre a morte de Lucas de Oliveira Santos, conhecido como “Sorriso”.
Durante as buscas, os agentes chegaram a um imóvel ligado a um homem conhecido pelo apelido de “Gato”. No local, encontraram porções de drogas separadas para venda, além de um revólver calibre .38 municiado. A arma tinha a numeração suprimida e os policiais também localizaram munições.
Na sequência, os agentes levaram “Gato” e a companheira dele para a Delegacia de Homicídios. Depois disso, a equipe seguiu para outro endereço apontado pela investigação como local de armazenamento de drogas, conhecido como “casa bomba”.
Nesse segundo imóvel, os policiais encontraram outras porções de entorpecentes, dinheiro em espécie, materiais usados para embalar drogas e anotações relacionadas ao comércio ilegal. A equipe recolheu todo o material e o encaminhou para perícia.
Durante os interrogatórios, “Gato” assumiu a posse das drogas e da arma encontradas pelos investigadores. Por outro lado, a companheira afirmou que tinha conhecimento da atividade criminosa e que, eventualmente, ajudava o homem a contar o dinheiro ligado à venda dos entorpecentes.
Por fim, a polícia autuou os dois em flagrante por crimes previstos na Lei de Drogas. Além disso, os investigadores também autuaram “Gato” com base no Estatuto do Desarmamento. Enquanto isso, a investigação sobre a morte de Lucas de Oliveira Santos continua.