Bruna Marquezine, 31 anos, contou que já viveu fases em que sentiu que estava sendo “roubada” na vida de alguém com quem se relacionava. A declaração foi feita durante participação no podcast “É nóia minha?”, ao comentar a segunda temporada da série “Amor da Minha Vida”, do Disney+, na qual interpreta a personagem Bia.
“Eu acho que tive fases da minha vida em que fui meio roubada para alguém também. Com a melhor das intenções, não querendo ser”, afirmou. Ao comparar a própria experiência com a história da personagem, ela avaliou que, olhando para o passado, nem sempre estava na melhor fase para viver aqueles relacionamentos.
Marquezine também falou sobre como sua visão do amor mudou com o tempo. Segundo ela, a estabilidade passou a ter mais valor do que gestos grandiosos ou demonstrações que antes considerava indispensáveis.
“Eu estou apaixonada pela estabilidade. Acho que tem a ver com a maturidade”,
disse.
A atriz explicou que deixou de idealizar determinadas frases e atitudes como provas de amor. Para ela, essas demonstrações perderam o significado que tinham antes, enquanto outras formas de conexão passaram a despertar seu interesse. “É outra coisa agora que acho linda, romântica, sexy”, afirmou. Em tom descontraído, ela também comentou que não pode dizer que nunca voltou para um ex.
Relação com o trabalho
Durante a conversa, a atriz contou que também vive uma mudança na forma como enxerga a carreira. Ela começou a atuar ainda criança, aos cinco anos, em comerciais, e fez sua primeira novela, “Mulheres Apaixonadas”, aos sete. Desde então, o trabalho esteve diretamente ligado à sua identidade.
“Se está tudo bem no meu trabalho, está tudo bem comigo. Se não estou trabalhando, não existo. Pela primeira vez na vida agora, o trabalho ocupa o lugar do trabalho. Minha vida e quem eu sou sem o trabalho me interessam tanto quanto”,
afirmou.
Marquezine reconheceu que tem estabilidade profissional e que é apaixonada pela atuação, mas contou que ainda trabalha para conseguir se desconectar da carreira. Ela também falou sobre a cobrança constante de produzir mais e a sensação de que nada do que fez até hoje representa completamente a artista que deseja ser.




