Encontrado morto, o juiz Gustavo de Castro Campos foi localizado na noite de quarta-feira (7), em uma área rural de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo. O caso ocorreu dentro de um veículo em chamas e passou a ser investigado pela Polícia Civil, que ainda apura o que provocou a morte.
Corpo foi localizado durante incêndio
Trabalhadores rurais encontraram o veículo por volta das 19h15. Eles estavam em uma retroescavadeira quando perceberam o carro em chamas dentro de uma propriedade rural.
Os trabalhadores usaram terra para conter o fogo. Depois, equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros chegaram ao local para atender a ocorrência.
A identificação ocorreu por meio de uma carteira de habilitação localizada dentro do veículo. O carro também estava registrado em nome do magistrado.
O Tribunal de Justiça de São Paulo confirma registros que identificam Gustavo de Castro Campos como juiz de direito da 2ª Vara da Comarca de Mococa.
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Polícia investiga morte do juiz
A Polícia Civil trata o caso como morte suspeita. Os investigadores ainda não divulgaram uma causa oficial para a morte.
A corporação também não informou se o incêndio começou antes ou depois da morte. Por isso, diferentes possibilidades permanecem sob apuração neste início da investigação.
A perícia deve analisar o veículo e o local para reunir elementos que ajudem a esclarecer a dinâmica da ocorrência. O trabalho também pode indicar como o fogo começou.
Quem era Gustavo de Castro Campos
Gustavo de Castro Campos atuava como juiz de direito na 2ª Vara de Mococa. Registros oficiais do TJSP também mostram que ele exerceu atividades judiciais em outras comarcas do interior paulista.
O magistrado também aparece em documentos do Tribunal relacionados a atividades na região de Santa Cruz das Palmeiras. Em 2026, o TJSP registrou sua indicação para coordenar o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da comarca.
Antes da carreira na magistratura, segundo as informações divulgadas sobre sua trajetória profissional, Campos trabalhou como advogado e também integrou a Polícia Civil do Espírito Santo.
A investigação deve esclarecer as circunstâncias que levaram à morte do juiz e ao incêndio do veículo. Até o momento, não há confirmação pública sobre a motivação ou sobre eventual participação de terceiros.
Foto da capa: Carioca Notícias/Reprodução Metrópoles




