A Polícia Civil atualizou as investigações sobre a morte de Maria de Fátima Matos da Silva, de 32 anos, encontrada às margens da Rodovia Santos Dumont (SP-075), em Campinas. Segundo a apuração, ela foi assassinada pelo marido na cidade de Itu (SP), onde o casal vivia.
De acordo com a polícia, o suspeito, de 37 anos, se entregou às autoridades e confessou o crime. Além disso, ele afirmou ter estrangulado a vítima com uma abraçadeira plástica, conhecida como “enforca-gato”, ferramenta que, segundo ele, tinha acesso por trabalhar em uma empresa de montagem de bicicletas.
Vítima ficou desaparecida por quase uma semana
Maria de Fátima ficou desaparecida por cerca de uma semana. O crime ocorreu no dia 12 de maio, dentro da casa do casal, após uma discussão.
Depois do assassinato, o homem escondeu o corpo em uma área de mata em Itu por três dias. Em seguida, ele levou o cadáver até Campinas e o abandonou perto do Aeroporto de Viracopos.
Polícia detalha dinâmica do crime
Durante o depoimento, o suspeito apresentou versões diferentes antes de assumir o feminicídio. Segundo o delegado, a vítima caiu e bateu a cabeça na escada antes de ser estrangulada.
A Polícia Civil mantém o caso como feminicídio, ocultação de cadáver e captura de procurado. As investigações seguem para esclarecer toda a dinâmica do crime e possíveis participações na ocultação do corpo.