O Brasil entra em campo nesta quarta-feira (24), diante da Escócia, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, e terá uma mudança confirmada no setor ofensivo. Raphinha sofreu uma lesão muscular na coxa direita e está fora da partida. Dessa forma, Carlo Ancelotti precisa definir quem assume a vaga no lado direito do ataque.
Entre as opções, três nomes ganham força: Endrick, Luiz Henrique e Rayan. Cada um deles apresenta características diferentes, o que torna a escolha ainda mais estratégica para um confronto de forte exigência física.
Disputa aberta por uma vaga no ataque brasileiro
A comissão técnica avalia alternativas que já foram testadas ao longo da competição. Rayan, de 19 anos, aparece como uma opção mais física e direta. O atacante já entrou em campo no Mundial e mostrou intensidade na recomposição e força no um contra um, características valorizadas diante de equipes mais fechadas.
Luiz Henrique também surge como candidato importante. O jogador, que vem sendo utilizado como “12º jogador”, ganhou espaço com entradas constantes ao longo dos jogos. Além disso, sua capacidade de drible e improviso é vista como uma possível arma para quebrar a defesa escocesa.
Por outro lado, Endrick também entra na disputa. Atuando pelo lado direito em seu clube, o jovem apresentou bons números na temporada recente, com gols e assistências em alto volume. No entanto, na Copa, ainda busca maior protagonismo jogando mais próximo da área.

Ancelotti avalia cenário antes de decisão final
A escolha final deve levar em conta o estilo de jogo da Escócia, que costuma atuar de forma física e com linhas compactas. Nesse sentido, o treinador busca um atleta capaz de oferecer profundidade, velocidade e capacidade de decisão em espaços reduzidos.
A lesão de Raphinha ocorreu na vitória sobre o Haiti e obrigou o Brasil a reorganizar o setor ofensivo. Desde então, a comissão técnica vem testando variações durante os treinos, justamente para evitar perda de rendimento no lado direito.
A definição deve ocorrer pouco antes da partida. Enquanto isso, o debate segue aberto entre comentaristas e analistas, já que cada opção oferece uma solução diferente para o ataque brasileiro em um momento decisivo da fase de grupos.