O litoral de São Paulo deve enfrentar uma onda de calor a partir da próxima semana, mesmo durante o inverno. Segundo a previsão meteorológica, as temperaturas começam a subir gradualmente a partir de terça-feira (14) e podem superar os 30°C no fim da semana, enquanto a sensação térmica poderá alcançar os 35°C em municípios da Baixada Santista.
Alta pressão favorece aumento das temperaturas
De acordo com a previsão do The Weather Channel, um sistema de alta pressão atmosférica deve se estabelecer sobre a região a partir de 14 de julho. Como consequência, o sistema tende a bloquear o avanço de frentes frias e reduzir a formação de nuvens, favorecendo a elevação das temperaturas.
Inicialmente, a terça-feira (14) deve registrar máxima de 26°C. Em seguida, na quarta-feira (15), os termômetros podem alcançar 28°C, indicando o início do aquecimento mais intenso.
Calor deve ganhar força no fim da semana
A previsão aponta que o calor ficará mais intenso a partir de quinta-feira (16). Nesse dia, a máxima pode chegar aos 29°C, enquanto a mínima deve superar os 21°C.
Além disso, o calor acumulado na atmosfera poderá elevar a sensação térmica, fazendo com que a percepção de calor seja superior à temperatura registrada pelos termômetros.
Na sexta-feira (17), a máxima prevista é de 30°C. Ao mesmo tempo, a sensação térmica pode atingir 33°C em cidades como Santos, Guarujá e Praia Grande.
Fim de semana pode registrar temperaturas típicas de verão
Ainda conforme a previsão, o sábado (18) e o domingo (19) devem concentrar o pico da onda de calor. As máximas podem chegar aos 33°C, enquanto a sensação térmica poderá alcançar 35°C em algumas cidades do litoral paulista.
Além das tardes mais quentes, as temperaturas durante a madrugada também devem permanecer elevadas. As mínimas podem atingir 24°C, cenário considerado incomum para o inverno.
Previsão ainda pode sofrer alterações
Os modelos meteorológicos indicam esse cenário para os próximos dias. No entanto, a previsão pode mudar caso novas frentes frias ou massas de ar frio avancem sobre o estado. Até o momento, porém, os sistemas de monitoramento não apontam alterações significativas no padrão previsto.