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Como funcionam os escape rooms? Experiência mistura enigmas e trabalho em equipe

Com enigmas, pistas escondidas e desafios contra o tempo, jogos de fuga estimulam raciocínio lógico e trabalho em equipe
Sala de escape room que remete a uma prisão.

Encontrar pistas, decifrar códigos e abrir cadeados antes que o tempo acabe. Essa é a proposta dos escape rooms, jogos imersivos em que os participantes precisam trabalhar em equipe para solucionar desafios e cumprir uma missão.

Em Campinas, uma das experiências disponíveis recria o cenário de uma prisão, onde os jogadores precisam observar detalhes do ambiente e desvendar mistérios para conseguir escapar da sala.

Pistas, códigos e trabalho em equipe

Na sala Corredor da Morte, a missão começa após uma breve explicação do instrutor sobre a história do desafio. Antes da entrada, os participantes precisam guardar os celulares em armários, já que o uso dos aparelhos não é permitido durante a experiência.

O ambiente reproduz uma cela de prisão, com paredes marcadas por frases, objetos e diferentes elementos que podem esconder pistas. Durante o jogo, livros, roupas, bilhetes, símbolos, números e letras ajudam o grupo a encontrar combinações para abrir cadeados e avançar para as próximas etapas.

como funcionam os escapes rooms
Num cenário de prisão, participantes precisam procurar pistas para conseguirem escapar. (Divulgação)

Na prática, um dos maiores desafios é entender o que merece atenção e o que pode ser apenas parte do cenário. A dinâmica também exige cooperação, já que os jogadores iniciam a experiência algemados em duplas e precisam trabalhar juntos para cumprir a missão.

Segundo a diretora de marketing e sócia-fundadora do Escape 60’, Jeannette Galbinski, “Os jogos de fuga envolvem raciocínio lógico, espírito de equipe e muita criatividade”.

Desafio tem duração de uma hora

Cada sala possui duração máxima de 60 minutos. Caso o grupo consiga solucionar todos os mistérios antes do fim do tempo, conclui a missão. Se não, a participação é encerrada ao final do período.

Durante a partida, monitores acompanham os participantes por câmeras e podem fornecer dicas por meio de um sistema de áudio quando necessário. As salas recebem diferentes quantidades de jogadores, variando conforme a experiência escolhida, com opções para duplas e grupos de até oito pessoas.

“Quando os participantes entram em uma sala de escape room, eles precisam observar, trocar ideias e colaborar para resolver os desafios. É uma experiência que coloca o foco nas pessoas e no raciocínio coletivo”, completou Jeannette.


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Autor

  • Rayssa de Souza

    Estudante de Jornalismo com previsão de conclusão do curso em 2026. Desenvolveu uma iniciação científica na área de comunicação e direitos humanos, com ênfase na violência contra jornalistas brasileiros durante o governo Bolsonaro. Como estagiária no portal, alia o aprendizado acadêmico à prática do jornalismo digital, sempre com olhar atento para temas sociais e de relevância pública.

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