A defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) enviou uma queixa-crime à Justiça Eleitoral contra George Marques da Silva, após o coordenador-geral repostar uma publicação falsa que afirmava que o político pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
George é coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) e compartilhou conteúdos sobre o tema em suas redes sociais.
No documento enviado a Justiça, a defesa afirma que o servidor atuou para impedir a circulação de retratações e manter a propagação da mentira. Os advogados sustentam que a conduta de George Marques pode configurar três crimes: divulgação de fatos sabidamente inverídicos em período eleitoral, incitação ao crime e associação criminosa.
Declaração e respeito às religiões
As acusações ganharam força com a circulação de publicações na internet que associavam o candidato a um projeto para alterar a denominação da padroeira.
Em vídeo publicado na última quinta-feira (24), Flávio Bolsonaro desmentiu as afirmações e classificou o conteúdo como falso.
“Isso é uma grande mentira. Não tem pé nem cabeça. Não existe esse projeto”, afirmou. No mesmo pronunciamento, o candidato ressaltou que mantém respeito por todas as religiões, assim como por pessoas que não seguem nenhuma crença.
A máfia do pt inventou uma mentira de que eu iria acabar com a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida .
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) September 25, 2026
Respeito todas as religiões e também quem não tem religião!
Diferente do lula, que quer se meter até nas regras da Igreja Católica.
Deus no comando sempre! pic.twitter.com/04MLzZpWBh
*Com informações da Revista Veja




