O município de São Vicente, no litoral de São Paulo, saltou nove posições no Ranking Nacional de Saneamento Básico 2026 no quesito coleta de esgoto. Com esse avanço, a cidade passou da 34ª para a 25ª colocação, ficando à frente de capitais como Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
De acordo com o levantamento do Instituto Trata Brasil, que serve como referência para orientar políticas públicas no país, a evolução vicentina foi calculada com base nos dados de 2024. Atualmente, o município já conta com 94% da população com acesso à água tratada e 93,5% com coleta de esgoto.
Toda a Baixada Santista receberá investimentos pesados nos próximos anos. Entre 2025 e 2029, o aporte total na região será de R$ 7,53 bilhões — sendo que, somente no ano passado (2025), R$ 1,57 bilhão já foi aplicado em obras e intervenções estruturais.
Desse montante global, a Sabesp prevê investir R$ 420 milhões especificamente em São Vicente até 2029.
Obras na Região
Além dos valores citados, os nove municípios da Baixada Santista contarão com um reforço de R$ 8,1 bilhões em investimentos futuros para fortalecer o abastecimento de água. As principais obras já foram iniciadas, com destaque para a Adutora Santos-Guarujá, o Sistema Mambu-Branco (em Itanhaém) e a implantação da nova Estação de Tratamento de Água (ETA) Melvi, em Praia Grande.