A Polícia Militar Ambiental apreendeu 215,8 quilos de pescado vendido de forma irregular em uma residência no bairro Parque da Liberdade, em Americana (SP). Os agentes identificaram o comércio clandestino durante uma fiscalização realizada nesta quarta-feira (20). Além disso, os produtos não tinham comprovação de origem nem autorização ambiental.
Segundo a corporação, os policiais chegaram ao imóvel após encontrarem um banner que anunciava a venda de peixes. Durante a vistoria, a equipe localizou diversas espécies armazenadas em um freezer e prontas para comercialização.
Entre os pescados apreendidos estavam curimbatá, piau, mandi, pacu, pintado, corvina, porquinho, piranha, tucunaré e tilápia.
Venda irregular de pescado
De acordo com a Polícia Ambiental, o responsável pela residência afirmou que a esposa levava os peixes até o imóvel a partir de um rancho. No entanto, ele não informou onde o local ficava.
Além disso, os policiais constataram que o comércio funcionava sem licença ambiental, sem nota fiscal e sem documentos que comprovassem a origem dos produtos.
Segundo a legislação ambiental, a comercialização de pescado exige controle sanitário e autorização dos órgãos responsáveis. Por isso, a prática foi considerada irregular pelos agentes.
Produtos foram destinados a entidade social
Após a fiscalização, a Polícia Ambiental aplicou multa de R$ 5,1 mil ao responsável pelo imóvel. Em seguida, a equipe encaminhou os peixes apreendidos ao Lar dos Velhinhos São Vicente de Paulo.
A corporação informou ainda que mantém operações frequentes para combater crimes ambientais e impedir a venda irregular de produtos de origem animal.
Denúncias sobre pesca ilegal e comércio clandestino podem ser feitas pelo telefone 190 ou diretamente às unidades da Polícia Militar Ambiental. Além disso, os consumidores devem comprar pescados apenas em estabelecimentos regularizados e com documentação de procedência.