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Materiais escolares têm aumento de até 150% em Campinas, diz Procon-SP

Pesquisa de 2026 reforça importância da comparação de preços e do reaproveitamento de itens já disponíveis em casa
Materiais escolares tem aumento de até 150% em Campinas, diz Procon

A tradicional pesquisa de preços de material escolar feita pelo Procon-SP identificou diferenças expressivas entre os valores cobrados por diferentes estabelecimentos nas cidades do estado de São Paulo.

O levantamento, realizado nos dias 15 e 16 de dezembro, mostrou que a maior disparidade de preços na capital chegou a 276,92%: o mesmo modelo de caneta esferográfica da marca Faber Castell foi encontrado por R$ 1,30 em um ponto de venda e por R$ 4,90 em outro.

Em Campinas, alguns produtos tiveram uma variação de até 150% no preço, entre eles estãa borracha, cujo preço médio é de R$1,88. Em alguns estabelecimentos o preço pode chegar a R$2,50.

Variação de preços entre 2024 e 2025

Na comparação entre os dados deste ano e os da pesquisa de 2024, feita com base em 118 produtos repetidos nas duas edições, o estudo apontou uma alta média de 0,14% nos preços. Essa variação foi bem inferior à inflação medida pelo IPCA no período, que ficou em 4,46%, segundo o IBGE.

Alguns itens registraram aumento:

  • Borracha (4,03%)
  • Caderno (7,86%)
  • Cola bastão (1,36%)
  • Lápis de cor (4,76%)
  • Marca-texto (0,65%)
  • Tesoura sem ponta (7,52%).

Por outro lado, outros produtos tiveram queda no valor médio, como caneta esferográfica (-9,35%), giz de cera (-3,64%), papel sulfite (-0,06%) e tinta para pintura a dedo (-1,25%).

Levantamento no interior e litoral

A pesquisa foi estendida também às regiões da Baixada Santista, Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, onde os núcleos regionais do Procon-SP constataram igualmente diferenças significativas nos preços de materiais entre os estabelecimentos locais.

Em nota, o Procon-SP destacou a importância da comparação de preços antes da compra e sugere o reaproveitamento de materiais escolares em bom estado, além da possibilidade de troca de livros didáticos entre alunos para reduzir custos.

O órgão também recomenda que pais e responsáveis verifiquem políticas de desconto para compras coletivas e prestem atenção à variação de preços conforme a forma de pagamento (dinheiro, Pix, cartões).


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Autor

  • Iago Yoshimi Seo

    Jornalista formado em junho de 2025, atuando desde 2023 com foco em reportagens de profundidade, gestão de projetos, fotografia e pesquisa. Autor de obra sobre temas sociais e políticos, com análise crítica da democracia e da sociedade.

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