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Eclipse solar forma “anel de fogo” nesta terça; veja onde será possível observar

Fenômeno será visto principalmente na Antártida e em áreas do sul da África e da América do Sul
Eclipse solar forma “anel de fogo” nesta terça; veja onde será possível observar

O eclipse solar anular desta terça-feira (17) deve formar o chamado “anel de fogo” no céu. O fenômeno acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não cobre totalmente o disco solar, deixando um círculo luminoso visível ao redor.

Apesar do visual impressionante, este eclipse solar não poderá ser visto do Brasil. A faixa principal de visibilidade ficará concentrada na Antártida e em regiões específicas do hemisfério sul.

Onde será possível ver o eclipse solar

O fenômeno anular será visível em sua totalidade apenas em áreas remotas da Antártida. Em outros pontos do planeta, o fenômeno aparecerá de forma parcial.

Entre os locais com visibilidade parcial estão:

  • Ilha Rei George, nas Ilhas Shetland do Sul
  • Cidade do Cabo, na África do Sul
  • Punta Arenas, no Chile
  • Áreas do sul da África e da Patagônia

No Brasil, a sombra projetada pela Lua não alcança o território. Por isso, não será possível acompanhar o evento a olho nu no país.

Para quem quiser acompanhar, a alternativa é ficar atento a possíveis transmissões online de observatórios ou da NASA, caso sejam confirmadas.

Qual é o melhor horário para ver o eclipse solar?

O melhor horário para observar o eclipse solar depende da localização do observador. Como a faixa principal de visibilidade estará concentrada na Antártida, os horários variam conforme o fuso local.

De forma geral, o fenômeno acontece na manhã de terça-feira (17), no horário de Brasília.

Em alguns pontos onde haverá visibilidade parcial:

  • Ilha Rei George (Antártida): por volta das 10h12 (horário local)
  • Cidade do Cabo (África do Sul): cerca de 6h17 (horário local)
  • Punta Arenas (Chile): por volta de 21h08 (horário local), próximo ao pôr do sol

A fase máxima da anularidade deve durar cerca de 2 minutos e 20 segundos.

Por que o “anel de fogo” acontece?

O efeito ocorre porque a Lua está próxima do apogeu, o ponto mais distante da Terra em sua órbita. Nessa posição, ela parece menor no céu e não consegue encobrir totalmente o Sol.

Com isso, forma-se um anel de luz ao redor da silhueta lunar. A fase máxima da anularidade deve durar pouco mais de dois minutos.

Segundo a NASA, o isolamento da faixa principal de visibilidade pode dificultar transmissões ao vivo do fenômeno. Até o momento, a agência não confirmou se fará cobertura oficial do evento.

Quando será possível ver um eclipse no Brasil?

Embora este fenômeno não seja visível por aqui, uma nova oportunidade já está no calendário astronômico. Em 6 de fevereiro de 2027, está previsto um eclipse solar anular com possibilidade de observação parcial em diferentes regiões do Brasil.

Além disso, 2026 ainda terá outros eventos importantes:

  • 3 de março: eclipse lunar total, conhecido como “Lua de Sangue”
  • 12 de agosto: eclipse solar total visível na Europa
  • 27 e 28 de agosto: eclipse lunar parcial

Mesmo sem visibilidade no Brasil desta vez, o fenômeno reforça como os alinhamentos entre Terra, Lua e Sol continuam despertando curiosidade e encantamento ao redor do mundo.

O que é um eclipse solar?

Um eclipse solar acontece quando a Lua passa entre a Terra e o Sol e bloqueia total ou parcialmente a luz solar em determinadas regiões do planeta.

Isso só ocorre quando os três astros ficam alinhados. A Lua projeta uma sombra sobre a Terra e, dependendo da posição do observador, o Sol pode parecer totalmente encoberto ou apenas parcialmente escondido.

Tipos de eclipse solar

Existem três principais tipos:

  • Eclipse solar total: a Lua cobre completamente o Sol. O céu escurece por alguns minutos, como se fosse noite;
  • Eclipse solar parcial: a Lua encobre apenas uma parte do Sol. O disco solar fica com aparência “mordida”;
  • Eclipse solar anular: acontece quando a Lua está mais distante da Terra e parece menor. Ela não cobre todo o Sol, formando o famoso “anel de fogo”.

Os fenômenos não podem ser observados diretamente a olho nu sem proteção adequada. Óculos específicos com filtro solar certificado são indispensáveis para evitar danos à visão.


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Autor

  • Bruna Santos

    Jornalista e redatora com experiência em produção de conteúdo digital. Atuou em portais de notícia, rádio e agências, escrevendo para áreas como finanças, saúde, direito e bem-estar. Pós-graduada em Comunicação e Marketing, se especializou em produção de conteúdo informativo para sites.

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