No Dia Mundial da Medicina Veterinária, celebrado neste dia 25 de abril, um alerta ganha força entre especialistas: muitos tutores ainda só procuram ajuda quando o pet já apresenta sintomas mais graves. O problema é que, nesse estágio, o tratamento tende a ser mais complexo, caro e, em alguns casos, menos eficaz.
A recomendação é simples, e ainda pouco seguida: acompanhamento preventivo salva vidas.
O erro mais comum dentro de casa
Assim como acontece com a saúde humana, a medicina veterinária evoluiu para atuar cada vez mais na prevenção. Ainda assim, a cultura de “esperar adoecer” segue presente na rotina de muitos tutores.
Vacinas atrasadas, vermifugação irregular e ausência de check-ups periódicos estão entre os principais deslizes. Filhotes, por exemplo, exigem acompanhamento frequente nos primeiros meses de vida. Já animais adultos devem passar por consultas anuais, enquanto os idosos precisam de monitoramento mais próximo.
Pequenas mudanças de comportamento – como apatia, perda de apetite ou alterações no sono – também merecem atenção. “O animal não fala, mas sempre dá sinais. O problema é que eles nem sempre são percebidos a tempo”, explicam profissionais da área.
O Supervisor da Clínica de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da UniMAX, Igor Moretto Soffo, explicou que além dos sintomas comuns como vômito, diarreia e dor evidente, o tutor deve se atentar as alterações mais discretas de comportamento.
“Entre os principais sinais sutis, destacam-se: redução ou interrupção da ingestão alimentar, aumento do consumo de água, dificuldade para urinar (micção em pequenas quantidades), esforço sem sucesso para defecar, apatia, perda de peso, relutância para atividades habituais, alterações no padrão de sono, desequilíbrio, tendência a se esconder (especialmente em felinos), diminuição da autolimpeza, lambedura excessiva em uma região específica, episódios ocasionais de tosse ou engasgos, surgimento de lesões cutâneas ou pequenos nódulos e vocalização excessiva”, diz.
Além disso, ele diz que muitas vezes estes sinais podem ser interpretados como ‘normais‘ ou atribuídas ao envelhecimento.
“No entanto, podem representar manifestações iniciais de doenças já instaladas ou em desenvolvimento. Alguns sinais, como coloração arroxeada da língua ou gengivas, mesmo que percebidos em situações de estresse, merecem atenção imediata por poderem indicar comprometimento respiratório ou circulatório. Por serem manifestações inespecíficas, a avaliação clínica pelo médico-veterinário, associada a exames complementares quando necessário, é fundamental para o diagnóstico precoce e para a redução do risco de complicações”, complementa.
Muito além do consultório
A atuação do médico-veterinário vai muito além do atendimento clínico. Esses profissionais têm papel essencial na saúde pública, no controle de zoonoses (doenças que podem ser transmitidas entre animais e humanos), na inspeção de alimentos e até em pesquisas científicas.
Ou seja, cuidar da saúde animal também é uma forma de proteger a saúde coletiva.

Quando levar seu pet ao veterinário?
Algumas orientações básicas ajudam a manter a saúde do animal em dia:
- Check-up anual para pets adultos
- Acompanhamento frequente para filhotes
- Monitoramento contínuo para animais idosos
- Vacinação e vermifugação em dia
- Atenção a sinais fora do padrão, como mudança de comportamento, peso ou apetite
A prevenção, além de aumentar a qualidade de vida do animal, reduz riscos e custos com tratamentos mais complexos no futuro.
“O diagnóstico precoce é um dos principais fatores para o sucesso terapêutico. Mesmo quando não se estabelece imediatamente um diagnóstico definitivo, a intervenção inicial pode evitar a progressão da doença e preservar a condição clínica do paciente. Situações pontuais e leves podem ser observadas com cautela. No entanto, a repetição dos sinais, sua persistência por mais de 24 horas ou a piora progressiva indicam a necessidade de avaliação veterinária. Uma forma simples de orientar o tutor é: se o sinal mudou, se repete ou piora, é hora de procurar atendimento”, explica Soffo.

Formação de quem cuida
Com o crescimento do número de pets no Brasil, hoje considerados membros da família, aumenta também a demanda por profissionais qualificados na área veterinária.
Esse cenário reforça a importância de uma formação sólida, que vá além da teoria e prepare o aluno para os desafios reais da profissão. Instituições de ensino têm investido em estrutura e prática desde os primeiros anos de graduação.
É o caso da Unimax – Centro Universitário Max Planck, em Indaiatuba, que aposta em uma formação completa na área de Medicina Veterinária, com laboratórios equipados, incentivo à prática clínica e acompanhamento próximo do corpo docente. A proposta é preparar profissionais aptos a atuar tanto no cuidado direto com os animais quanto em áreas como saúde pública e pesquisa.
Para quem escolhe a profissão, o desafio vai além da técnica: exige sensibilidade, responsabilidade e atualização constante.

Diferenciais do Curso na Unimax
- Mais de 50% de aulas práticas
- Mais de 93% dos alunos empregados.
- Cursos com dois dos maiores Hospitais Veterinários 24 horas na América Latina.
- Hospitais Veterinários com equipamentos de ponta, como tomógrafo (único disponível em uma instituição de ensino de veterinária), raio X digital, endoscopia, ultrassonografia, centros cirúrgicos de grandes e pequenos animais, setor de fisioterapia veterinária e clínica veterinária.
- Laboratórios de Análises Clínicas 24h com exames de AIE e Mormo com resultado em 24h.
- Aulas práticas desde o primeiro dia de aula, com rotina 24 horas.
- Diploma de Medicina Veterinária emitido pela UniFAJ e UniMAX é reconhecido pela AMVA (American Medical Veterinary Association).
- Parcerias com campos e fazendas para atividades práticas e de pesquisa, como a parceria com a EMBRAPA.
- Infraestrutura completa: criação de ovinos e caprinos, laboratório de reprodução animal e salas de aulas onde os alunos vivenciam uma real fazenda de produção.
- Laboratórios completos de tecnologia de alimentos, onde os alunos aprendem na prática a produção, embalagem e inspeção de alimentos como hambúrgueres, linguiças, carnes, ovos e muito mais.
Um compromisso contínuo
Mais do que uma data comemorativa, o Dia Mundial da Medicina Veterinária serve como convite à reflexão. Cuidar de um pet envolve atenção diária, decisões responsáveis e, principalmente, acompanhamento profissional.
Levar o animal ao veterinário regularmente não é apenas uma precaução. É parte essencial do compromisso assumido ao acolher um companheiro que depende, totalmente, de você.
*Conteúdo publieditorial