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Inflação do aluguel acelera em setembro, mas contratos terão alta moderada

Indicador acelera e impacta inquilinos com contratos que vencem em outubro
Inflação do aluguel

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, avançou 0,42% em setembro, após alta de 0,36% em agosto. O índice acumula queda de 0,94% no ano, mas tem alta de 2,82% em 12 meses, o que afeta diretamente os contratos de locação que vencem em outubro.

Como fica o reajuste dos aluguéis

Na prática, quem paga um aluguel de R$ 1.500 passará a desembolsar cerca de R$ 1.542,30 por mês, um aumento de R$ 42,30. Especialistas recomendam renegociar os valores com os proprietários para evitar impacto maior no orçamento.

O que puxou a alta de setembro

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,49% e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 0,25%. Apenas o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou, com alta de 0,21%.

Perspectivas para os próximos meses

Apesar da aceleração, economistas destacam que há sinais de arrefecimento nas matérias-primas. Além disso, a valorização recente do real frente ao dólar pode ajudar a conter pressões inflacionárias.

Inflação do aluguel x IPCA

Mesmo em alta, o IGP-M segue abaixo do IPCA, índice oficial da inflação no Brasil, que acumula 5,32% em 12 meses. Essa diferença reforça a tendência de estabilidade nos reajustes futuros.

Impacto na vida do brasileiro

Segundo dados do IBGE, um em cada cinco brasileiros vive em imóvel alugado. O peso do aluguel ainda compromete boa parte da renda, principalmente de quem recebe até dois salários mínimos.


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Autor

  • Bruna Santos

    Jornalista e redatora com experiência em produção de conteúdo digital. Atuou em portais de notícia, rádio e agências, escrevendo para áreas como finanças, saúde, direito e bem-estar. Pós-graduada em Comunicação e Marketing, se especializou em produção de conteúdo informativo para sites.

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