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“A mãe de alguém teve que chorar”, diz menor envolvido em caso de estupro no RJ

Em novo vídeo divulgado pela Globo, é possível ver os jovens rindo após saírem do apartamento
V´deo mostra jovens rindo após caso de estupro coletivo no Rio de Janeiro

O caso de estupro coletivo cometido por cinco jovens contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, ganhou novos desdobramentos após a Globo expor, no último domingo (8), um vídeo gravado pelos acusados logo depois de saírem do apartamento onde tudo teria ocorrido.

No vídeo, eles aparecem rindo e debochando da situação, enquanto o menor envolvido e responsável por levar a adolescente até o local filma e diz: “A mãe de alguém teve que chorar, porque as nossas mães hoje…”.

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Na imagem é possível ver os rostos de quatro dos réus, sendo eles Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho de 19, Victor Hugo Simonin e Bruno Felipe dos Santos Alegretti, de 18 anos.

Veja o vídeo abaixo:

Em entrevista à emissora, o delegado Angelo Lages comentou sobre o conteúdo do vídeo. “Essas imagens são chocantes. Faltam até palavras e adjetivos para narrar o que representa esse tipo de conduta”, disse ele.

Novas denúncias de abuso sexual

Com a repercussão do caso, surgiram duas novas denúncias envolvendo ao menos três dos réus envolvidos no caso de Copacabana.

Uma das vítimas contou ter sofrido a violência por dois dos jovens, alguns anos antes, quando tinha apenas 14 anos. De acordo com a família, ela resolveu revelar o que tinha acontecido após o primeiro caso ter se tornado público.

A segunda jovem, relatou um episódio que teria acontecido no ano passado, envolvendo Victor Hugo Simonin. Conforme o relato dela, os dois eram colegas de escola e estavam em uma festa quando teria acontecido a agressão.

estupro coletivo copacabana.
Antes da prisão dos acusados, o Disque Denúncia divulgou o rosto deles.

“Teve uma hora que ele pediu para eu praticar sexo oral nele. Eu falei que não ia fazer aquilo, muito menos ali. Enquanto a gente se beijava, ele começou a tentar empurrar minha cabeça para baixo. Eu falei: ‘Vitor, eu não vou fazer isso’. Ele continou. Minhas pernas meio que cederam, eu caí, ele começou a forçar”, relatou a jovem.

De acordo com o relato, ela só conseguiu sair da situação quando se levantou e um segurança da festa apareceu no local. Ainda segundo ela, logo após a situação, o acusado enviou uma mensagem a convidando para ir à um apartamento. Ela negou o convite.

“Foi só quando o caso estourou que eu vi, eu falei; ‘realmente aquilo ali foi um estupro e eu preciso falar sobre isso'”.

Como denunciar casos de violência contra a mulher


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Autor

  • Rayssa de Souza

    Estudante de Jornalismo com previsão de conclusão do curso em 2026. Atualmente, desenvolve iniciação científica na área de comunicação e direitos humanos, com ênfase na violência contra jornalistas brasileiros durante o governo Bolsonaro. Como estagiária no portal, alia o aprendizado acadêmico à prática do jornalismo digital, sempre com olhar atento para temas sociais e de relevância pública.

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