Com o objetivo de impedir a saída do país do adolescente suspeito de agredir brutalmente o cão comunitário Orelha, em Florianópolis, a Polícia Civil de Santa Catarina atuou nesta sexta-feira (6).
O adolescente (que não teve nome e idade divulgados oficialmente, devido ao sigilo absoluto Estatuto da Criança e do Adolescente) voltou ao Brasil dia 29 de janeiro, após uma viagem aos Estados Unidos. Segundo a investigação ele já tinha essa viagem pré-programada, e deixou o país mesmo depois da morte do animal.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) também se manifestou nesta sexta-feira (6), informando que vai solicitar novas diligências e esclarecimentos à Polícia Civil sobre os inquéritos que seguem investigando os atos cometidos contra os cães Orelha e Caramelo.
Em nota, a Polícia Civil informou que vai cumprir todas as diligências solicitadas pelo Ministério Público.
Relembre o caso do cão ‘Orelha’
O cão, bastante conhecido entre os moradores da região, precisou ser sacrificado após exames apontarem a gravidade dos ferimentos — descartando a hipótese de atropelamento e confirmando agressões deliberadas.
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e na cidade, mobilizando protestos e pedidos por justiça. Leia mais aqui.