A Pilili já começou a aparecer nas campanhas das Eleições 2026 e tem chamado atenção pela proposta diferente. O Tribunal Superior Eleitoral criou a mascote para incentivar o voto e aproximar a população, principalmente os jovens, do processo eleitoral.
Com visual inspirado na urna eletrônica, a Pilili surge como um símbolo da democracia e deve estar presente em conteúdos educativos, campanhas e ações em todo o país até o período das eleições.
Quem é Pilili, mascote das Eleições 2026
A Pilili é a mascote oficial das Eleições 2026 e representa a Justiça Eleitoral de forma leve e acessível. A personagem funciona como porta-voz das campanhas de conscientização sobre o voto.
O nome “Pilili” vem do som emitido pela urna eletrônica ao confirmar o voto, algo conhecido por milhões de brasileiros. Esse detalhe foi usado para criar uma conexão imediata com o eleitor.
A mascote não possui gênero definido porque nasce da inspiração em uma máquina e representa neutralidade. A ideia é evitar estereótipos e reforçar que o voto é para todos.
O projeto da Pilili começou em 2023 dentro do próprio TSE, que apresentou oficialmente a personagem durante a celebração dos 30 anos da urna eletrônica, com participação da ministra Cármen Lúcia.
Qual é o papel da Pilili nas eleições
A proposta da Pilili é ajudar a aumentar o engajamento dos eleitores nas Eleições 2026. A personagem deve participar de campanhas educativas e conteúdos nas redes sociais, sempre com foco no voto consciente.
Mesmo sendo interativa, a mascote não tem voz. Ela se comunica por gestos e elementos gráficos, como textos e animações, o que facilita a adaptação para diferentes formatos e públicos.
Além disso, a Pilili pode aparecer com acessórios que representam culturas regionais, participando de festas e eventos pelo Brasil. Essa estratégia busca aproximar ainda mais a personagem do cotidiano das pessoas.
O TSE quer transformar a mascote em um símbolo reconhecido da democracia e reforçar a importância da participação popular no processo eleitoral.