Rúrik Gíslason, conhecido como “o jogador mais sexy do mundo” durante a Copa do Mundo de 2018, deixou o futebol e passou a atuar no cinema e nas passarelas. O meio-campista da seleção da Islândia ganhou projeção internacional durante o torneio disputado na Rússia, quando sua imagem viralizou nas redes sociais.
Tudo graças aos 1,84 metro de altura e cabelo loiro, características que o levaram a ficar conhecido para além de suas habilidades dentro de campo.
O aumento de visibilidade foi imediato. Em poucos dias, sua conta no Instagram saiu de cerca de 30 mil seguidores para mais de 500 mil, ampliando sua presença fora do esporte. A repercussão abriu espaço para convites e oportunidades em áreas ligadas à indústria cultural.

Dois anos após a Copa, Gíslason encerrou a carreira nos gramados e direcionou sua atuação para projetos no cinema e na moda. A nova fase inclui trabalhos como ator e participações em passarelas, consolidando a transição para atividades fora do futebol.
Protagonista na Netflix
Agora, seu nome voltou ao centro das atenções por sua participação em “Eat, pray, bark” (Comer, rezar, ladrar), o novo filme da Netflix no qual assume o papel principal. A trama apresenta Nodon, um treinador de cães com ares místicos que utiliza tradições celtas para curar a relação entre pets e humanos em um acampamento alpino.

Gíslason, que atualmente tem 38 anos, também é embaixador da SOS Barnaþorpin, dedicada ao cuidado de crianças. Em sua conta no Instagram, onde soma pouco mais de 770 mil seguidores, compartilha tanto momentos de lazer quanto sua vida profissional.