Indicação visual de conteúdo ao vivo no site
Indicação visual de conteúdo ao vivo

Larissa Manoela processa gravadora e pede indenização por danos morais; entenda

Em abril, a Justiça já havia determinado a extinção do contrato de exclusividade de caráter vitalício, firmado em 2012, quando a então atriz mirim tinha apenas 11 anos
Larissa Manoela processa gravadora e pede indenização por danos morais; entenda

Os advogados da atriz e cantora Larissa Manoela ingressaram com um recurso de apelação na 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca para que seja reconhecido o direito da artista a receber indenização por danos morais da gravadora Deck Produções Artísticas Ltda.

Em abril, a Justiça já havia determinado a extinção do contrato de exclusividade de caráter vitalício, firmado em 2012, quando a então atriz mirim tinha apenas 11 anos.

A ação é contra os pais?

Não. Apesar de o contrato ter sido assinado enquanto Larissa ainda era agenciada pelos pais, Silvana Taques e Gilberto Elias, a ação atual é exclusivamente contra a gravadora. Os pais, inclusive, já não fazem mais parte do quadro societário da Deck.

A assessoria da atriz reforçou, em nota, que as informações de que Larissa estaria processando os pais não procedem.

Larissa Manoela processa gravadora e pede indenização por danos morais; entenda

Motivos do processo

Segundo a defesa da artista, o contrato firmado com a Deck continha cláusulas consideradas “ilegítimas, abusivas e sem possibilidade de resilição unilateral”, o que teria colocado Larissa em posição de vulnerabilidade e dependência durante anos.

A ruptura com os pais

A relação profissional entre Larissa e seus pais chegou ao fim em 2023, quando ela, aos 22 anos, decidiu assumir o controle total da própria carreira.

Em entrevista ao Fantástico, à época, Larissa contou que não concordava com a forma como seus negócios estavam sendo administrados e que essa decisão gerou desentendimentos familiares. O casal era responsável pelos contratos da filha por meio de três empresas.

Entenda a disputa societária

Larissa Manoela era sócia de três empresas, sendo a principal delas a Dalari, aberta pelos pais em 2014, quando ela tinha 13 anos. Essa empresa concentrava a maior parte dos contratos e do patrimônio acumulado pela atriz em 18 anos de carreira.

Os pais afirmavam que cada um dos três — Larissa, Silvana e Gilberto — possuía 33,33% da sociedade. No entanto, ao consultar contadores, a atriz descobriu que era dona de apenas 2% da empresa.

Em outra empresa, Larissa aparecia como única proprietária, mas uma cláusula concedia aos pais plenos poderes administrativos, permitindo que tomassem decisões e assinassem contratos sem sua autorização.

A terceira empresa, criada em 2022 para reunir bens e contratos da Dalari, nunca chegou a cumprir esse propósito, segundo a atriz.

Tentativas de acordo

Em março deste ano, já com uma nova equipe de advogados, Larissa se reuniu com os pais para tentar um acordo. Inicialmente, propôs uma divisão de 60% para ela e 40% para eles, mas o casal pediu o contrário.
As negociações avançaram para um possível 50% para cada parte, porém os pais condicionaram o acordo ao recebimento de 6% dos ganhos da artista por dez anos, o que Larissa recusou.

Diante do impasse, ela retirou os pais da administração da empresa individual e iniciou um processo para transferir seus contratos da Dalari para a nova empresa que passará a gerir sua carreira daqui em diante..


Continua após a publicidade

Autor

  • Camila Borges dos Santos

    Jornalista formada pela Universidade Paulista em 2023, com experiência em apuração, produção de pautas, apresentação e cobertura de matérias jornalísticas em diferentes formatos.

VEJA TAMBÉM

Professor em sala de aula com estudantes sentados em cadeiras, enquanto um aluno apresenta um cartaz ou material visual na frente da turma, em ambiente escolar.

MEC disponibiliza 10 cursos gratuitos para professores; veja como fazer

Wi-Fi público 7 dicas para proteger seus dados e evitar golpes digitais

Compras digitais: 5 cuidados para evitar golpes e cobranças indevidas

Médico em ambiente externo, segurando um estetoscópio com as mãos, usando jaleco branco e atendendo em área aberta com pessoas ao fundo.

Congresso aprova Enamed obrigatório para registro profissional de médicos

Foto de Keiko Fujimori em evento, usando blazer azul e expressão sorridente, posicionada atrás de um púlpito com painel ao fundo com a palavra “EXCHA”.

Peru quer proibir cabelo longo e maquiagem em escolas públicas

Gostaria de receber as informações da região no seu e-mail?

Preencha seus dados para receber toda sexta-feira de manhã o resumo de notícias.