Casemiro voltou a comentar a repercussão da fala sobre Endrick antes da convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Nesta quinta-feira (28), em entrevista coletiva em Teresópolis, no Rio de Janeiro, o volante explicou que tentou proteger o atacante da pressão criada em torno do Mundial disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.
O jogador do Manchester United afirmou que a declaração acabou sendo interpretada de maneira diferente do que pretendia. Além disso, destacou que Endrick ainda terá muitas oportunidades pela Seleção Brasileira ao longo da carreira.
Casemiro lamenta repercussão
A polêmica começou após entrevista concedida à TNT Sports antes da convocação final de Carlo Ancelotti. Na ocasião, Casemiro afirmou que Endrick “ainda não era do grupo”, frase que gerou críticas nas redes sociais.
Agora, o volante explicou o contexto da declaração. Segundo informações publicadas pelo UOL e pela ESPN Brasil, o jogador afirmou que ficou chateado com a repercussão negativa.
“Fiquei bastante chateado, principalmente porque foi o momento em que fui tentar proteger o Endrick. Fui tentar não colocar um peso nele em uma Copa do Mundo”, declarou.
Além disso, Casemiro ressaltou que o jovem atacante tem potencial para disputar várias edições do torneio.
“Ele vai jogar três ou quatro Copas do Mundo. Temos que deixar ele solto”, completou.

Volante pede menos pressão sobre jovens
Durante a coletiva, Casemiro também defendeu que os jogadores mais experientes assumam maior protagonismo na equipe. Dessa forma, atletas como Endrick e Rayan podem atuar com mais liberdade dentro de campo.
O volante ainda elogiou a atuação do atacante no amistoso contra a Croácia. Na partida, Endrick saiu do banco de reservas e participou diretamente do lance decisivo da vitória brasileira.
“A gente tem que deixar o Endrick solto. Ele já demonstrou que é um grande jogador e mostrou contra a Croácia que tem estrela”, afirmou.
Segundo a ESPN Brasil, Casemiro entende que a experiência do elenco será fundamental durante a Copa do Mundo. Por isso, o volante acredita que a responsabilidade deve ser dividida entre os atletas mais rodados da Seleção Brasileira.