A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira (10) recomendações e uma reformulação da abordagem do governo em relação à vacinação infantil nos Estados Unidos.
Em declaração ao vivo na terça-feira (11), o secretário de Saúde dos EUA e o presidente Donald Trump reforçaram o apelo para que a população volte a vacinar as crianças.
Apesar das recomendações, Trump disse que os bebês devem receber menos imunizações durante um período mais longo. No entanto, não há evidências científicas que sustentem essa afirmação.
“A avaliação científica constatou que os Estados Unidos atualmente recomendam mais vacinas infantis do que qualquer outro país comparável, incluindo mais do que o dobro de doses em comparação com alguns países europeus, e identificou um conjunto de vacinas consensuais que são consistentemente recomendadas em todos os países comparáveis”, diz o documento.
ATENÇÃO!! Trump dorme enquanto seu ministro da Saúde TREME DESCONTROLADAMENTE ao anunciar que vão ter de recuar da política anti-vacinas após um surto de sarampo explodir nos EUA (a doença havia sido extinta há 26 anos)!!
— Thiago dos Reis 🇧🇷 (@ThiagoResiste) August 11, 2026
Ao lado, uma jovem cuja única função é dançar pro Trump!…
No Salão Oval da Casa Branca, Trump afirmou ainda que estão reduzindo o número de doses das vacinas.
“Não se trata apenas de reduzir o número de vacinas, ou injeções, como se costuma dizer, mas sim de administrá-las em uma série de visitas ao médico”, disse o presidente americano.
Redução de vacinas
O documento aponta que a recomendação é priorizar 11 vacinas infantis de rotina, mantendo a flexibilidade para que pais e médicos tomem decisões individuais por meio de avaliação clínica para crianças que apresentem maiores riscos.