O homem suspeito de estuprar uma jovem, de 21 anos, em uma passarela de Praia Grande, no litoral de São Paulo, fugiu do local após o crime e seguiu para um evento na Grande São Paulo. Ele foi encontrado pela Polícia Militar (PM) após a denúncia da vítima e a colaboração da empresa para a qual ele presta serviços (leia posicionamento ao final da reportagem).
Como já noticiado, o crime aconteceu na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055), no último sábado (12). Segundo a PM, a vítima caminhava pela passarela, na altura do km 298, quando foi abordada pelo homem, que a derrubou no chão e praticou atos libidinosos sem o consentimento dela. A mulher reagiu, e o suspeito fugiu do local usando o carro da empresa. O momento foi filmado pela própria vítima (veja mais abaixo).
“Esse filho da puta colocou a mão na minha calcinha”,
denunciou a mulher no vídeo.
Ainda no sábado, a vítima entrou em contato com a PM, que acionou o sistema de inteligência da corporação e a plataforma Muralha Paulista para tentar localizar o suspeito, identificado como funcionário de uma empresa prestadora de serviços. A corporação, então, entrou em contato com a empresa, em busca de mais informações.
Os PMs descobriram que o homem deixou o carro em São Vicente e embarcou em um transporte coletivo com destino a Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo. As informações foram compartilhadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) com o 14º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (14º BPM/M).
Com os dados sobre o deslocamento, os policiais montaram um cerco em um evento empresarial em Osasco. O suspeito foi abordado e identificado no local. Ainda segundo a PM, ele admitiu a autoria do crime. O homem foi levado ao distrito policial da região, e a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante. O caso foi registrado como estupro pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande, que investiga o crime.
O que diz a Vivo
Em nota ao VTV News nesta terça-feira (15), a Vivo afirmou que “repudia veementemente qualquer ato de violência”. A companhia também explicou que o funcionário pertence a uma empresa terceirizada que presta serviços e que, portanto, “está em contato com a prestadora para acompanhar a apuração do caso”.
Já a defesa do suspeito ainda não foi localizada, mas o espaço segue aberto e o texto poderá ser atualizado.
Como denunciar casos de violência contra a mulher
- Disque 190 – Polícia Militar
- Disque 180 – Polícia Militar – Central de Atendimento à Mulher
- Disque 181 – Disk Denúncia
- Delegacias de Defesa da Mulher – https://www.spportodas.sp.gov.br/sp-por-todas/seguranca_mulher/delegacias_da_mulher
- Delegacia Eletrônica da Polícia Civil – delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp
- Atendimento presencial em delegacias da polícia e salas DDM Online – https://prefeitura.sp.gov.br/web/direitos_humanos/w/mulheres/rede_de_atendimento/2096




