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Ceia de Natal fica mais cara em 2025: veja o que subiu e o que ficou mais barato

Veja os itens que mais subiram e os que ficaram mais baratos
Ceia de Natal fica mais cara em 2025: veja o que subiu e o que ficou mais barato

A Ceia de Natal de 2025 está mais cara para a maioria das famílias, segundo levantamentos da VR e da FIPE. O bacalhau foi o item que mais subiu, com alta de quase 85% em um ano, enquanto outras proteínas também pressionam o orçamento.

A Ceia de Natal aparece como um dos gastos que mais pesam no fim do ano, mesmo com algumas quedas pontuais em produtos tradicionais.

O que ficou mais caro na Ceia de Natal

O maior destaque do ano é o bacalhau, que praticamente dobrou de preço. Ele passou de cerca de R$ 61 para mais de R$ 113, refletindo a forte alta de importados. Aves festivas, como Chester e Fiesta, subiram quase 17%, e o lombo suíno teve avanço de 18%. O peru também aumentou, mas de forma mais leve, com alta próxima de 2%.

Mesmo itens afetivos da mesa, como panetone e chocotone, registraram acréscimo de mais de 6%. Já vinho e espumante subiram pouco, com alta em torno de 1,5%. Esses aumentos mostram que a Ceia de Natal segue pressionada por custos de produção, transporte e importação.

O que ficou mais caro na Ceia de Natal

O que ficou mais barato na Ceia de Natal

Apesar da alta geral, alguns itens aliviaram o bolso em 2025. O tender caiu mais de 11%, enquanto o pernil recuou quase 2%. Outro destaque foi o azeite, que ficou cerca de 23% mais barato com a normalização da produção no Mediterrâneo após a crise recente.

Também houve queda em produtos pontuais analisados pela FIPE, como sorvete e pêssego de feira, que registraram recuos próximos de 7%. Esses movimentos ajudam a equilibrar a Ceia de Natal, embora não revertam a tendência geral de alta.

Como fica o custo da Ceia de Natal para o consumidor

Mesmo com algumas reduções, o impacto final para o consumidor é de aumento. Na cesta analisada pela FIPE, a alta média é de 4,5%, abaixo da inflação de 2024, mas ainda suficiente para exigir planejamento das famílias. Já no conjunto de itens analisados pela VR, 9 de 13 produtos subiram.

Em um ano de preços mais altos para proteínas e importados, a estratégia tem sido buscar substituições, priorizar itens em promoção e antecipar compras para evitar o pico de valores próximo ao dia 24.

Com informações de Agência Brasil


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Autor

  • Bruna Santos

    Jornalista e redatora com experiência em produção de conteúdo digital. Atuou em portais de notícia, rádio e agências, escrevendo para áreas como finanças, saúde, direito e bem-estar. Pós-graduada em Comunicação e Marketing, se especializou em produção de conteúdo informativo para sites.

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