Eleitores vão às urnas amanhã (4) para escolher seus representantes, entre eles, os dois nomes que ocuparão as vagas de senador. Neste ano, cada eleitor deverá votar em duas pessoas para o cargo. A ordem em que os nomes forem escolhidos não interfere no resultado, e nenhum dos votos tem peso maior que o outro.
No caso do Senado, a eleição segue o sistema majoritário e não possui segundo turno. Isso significa que, em cada estado, os dois candidatos com o maior número de votos válidos são eleitos.
Na urna, o eleitor deve informar três dígitos correspondentes ao senador escolhido. Não é possível votar somente na legenda. Caso sejam digitados apenas os dois números do partido, a urna impede que a votação avance. Se o eleitor insistir em uma sequência inválida, o voto para o cargo é anulado.
Depois de informar o número, o eleitor confere o nome e a foto exibidos na tela antes de apertar “Confirma”. Como são dois votos para o Senado, o procedimento é realizado duas vezes, em sequência e de forma separada.
Colinha
Para facilitar o momento da votação e reduzir o risco de erros ao digitar, a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve uma colinha de papel. Os números dos candidatos devem ser anotados seguindo a mesma ordem em que serão apresentados na urna.
A anotação precisa ser feita em papel, já que o celular não pode ser levado para a cabine de votação. A medida busca proteger o sigilo do voto.
A proibição está prevista no artigo 23 da Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.759/2026 e também inclui câmeras, filmadoras e qualquer equipamento eletrônico.





