Durante uma reunião do Conselho da Fifa realizada na última terça-feira, a entidade confirmou que aumentará os valores que serão distribuídos às seleções que vão disputar Copa do Mundo. O montante beneficiará as equipes que entrarão em campo nos Estados Unidos, Canadá e México a partir de junho.
O grande campeão agora embolsará US$ 51 milhões (aproximadamente R$ 267 milhões), um milhão a mais do que o previsto anteriormente. O valor do segundo colocado também teve reajuste, saltando para US$ 34 milhões. Até mesmo as seleções que ficarem entre a 33ª e a 48ª posição tiveram um aumento, garantindo agora um piso de US$ 10 milhões.
Além da premiação para quem levantar a taça, a Fifa também confirmou um auxílio de US$ 2,5 milhões para custear a preparação de cada seleção. Com esse bônus, o país que conquistar o título mundial garantirá um total de US$ 53,5 milhões.
No total, serão distribuídos US$ 871 milhões (R$ 4,3 bilhões) no Mundial deste ano.
“A Fifa se orgulha de estar na posição financeira mais sólida de sua história, o que nos permite auxiliar todas as nossas associações-membro de uma maneira sem precedentes”, disse o presidente da entidade máxima do futebol, Gianni Infantino, em um comunicado.

Deve superar a meta
Recentemente, a Fifa divulgou seu relatório de 2025 e os números são impressionantes: a federação caminha para superar os US$ 13 bilhões de arrecadação no ciclo 2023-2026.
Além disso, a entidade também revelou que já garantiu 93% de toda a receita prevista para o ciclo da Copa de 2026. Somente no último ano, a arrecadação bateu a casa dos US$ 2,6 bilhões, ficando 9% acima do que a própria federação havia orçado.