O cantor baiano Netinho, que morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, ganhou notoriedade não apenas pela carreira musical, mas também por declarações polêmicas sobre sexualidade e críticas à comunidade LGBTQIAPN+.
Relembre as declarações de Netinho
Em entrevista à revista Quem, em 2008, Netinho afirmou ser bissexual.
“Eu gosto de meninos e meninas, mas hoje gosto mais de meninas. Eu me considero bissexual. Essa relação com um homem foi uma experiência que ficou no passado, linda inclusive”, declarou.
Na ocasião, ele também comentou que a experiência com um homem havia acontecido algum tempo antes e que “foi interessante”.
“É a filosofia de que devemos passar por tudo na vida. Deus é energia, quando a gente morre é escuro total. Morreu, acabou. A oportunidade é agora. Não dá para deixar nada para depois”, explicou.
Em 2020, Netinho criticou a comunidade LGBTQIAPN+ durante uma transmissão ao vivo com o então deputado Eduardo Bolsonaro. Na ocasião, afirmou que os integrantes do grupo só enxergavam a vida pela lente do “fiofó”. O cantor também criticou o Carnaval de Salvador, que classificou como “Sodoma e Gomorra”.
Netinho na política
O cantor chegou a se filiar ao Partido Liberal (PL) e concorreu a deputado federal em 2022, mas não obteve votos suficientes para se eleger.
Antes disso, também se envolveu em uma disputa pública com o compositor Manno Góes pelos direitos da música “Milla”, após a canção ser utilizada em apoio ao então presidente Jair Bolsonaro.





