Viih Tube voltou ao centro das atenções neste domingo (2) após publicar, ao lado de Eliezer, um vídeo de conscientização sobre escravidão doméstica em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT). A campanha integra o cumprimento de um acordo judicial firmado pelo casal. No entanto, a publicação provocou uma onda de críticas e dividiu opiniões entre os internautas.
Vídeo busca conscientizar sobre escravidão doméstica
No vídeo, Viih Tube e Eliezer alertam para práticas de exploração que ainda ocorrem no ambiente doméstico e incentivam a denúncia desses casos.
Além da gravação, o casal reforçou a mensagem na legenda da publicação. O texto destaca uma das justificativas mais comuns utilizadas para mascarar esse tipo de exploração:
“Ela era praticamente da família”. Essa é a frase mais usada por quem explora trabalhadoras domésticas por décadas para justificar a ausência de salário, férias ou uma jornada de trabalho digna.
Na sequência, a publicação faz um questionamento:
“Mas, será mesmo que algum desses empregadores exploraria em condições análogas à de escravidão alguém de sua própria família?”
Por fim, o casal orienta que denúncias podem ser feitas ao Ministério Público do Trabalho (MPT).
De acordo com as informações divulgadas, a campanha faz parte do cumprimento de um acordo judicial e busca ampliar o debate sobre os direitos trabalhistas e as relações de trabalho no ambiente doméstico.
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Internautas criticam publicação de Viih Tube e Eliezer
Apesar do objetivo de conscientização, o vídeo recebeu uma enxurrada de críticas nas redes sociais. Muitos usuários relembraram que a publicação integra o cumprimento de um acordo judicial e questionaram a postura dos influenciadores.
Entre os comentários, um internauta escreveu:
“Acho que eles estão no modo: vamos fazer o mais ridículo possível para viralizar.”
Outro afirmou:
“A pior cagada deles é sempre a próxima.”
Também houve quem comentasse:
“Eu tenho uma vergonha alheia desses dois em qualquer circunstância.”
Além disso, outras mensagens reforçaram o mesmo tom crítico:
“Erraram e devem ter feito um termo de ajuste de conduta para se retratarem! E ainda tem gente que aplaude! Deplorável!”
Outro usuário escreveu:
“A carinha deles muito felizes em fazer o que a Justiça mandou. Kkkkk.”
Enquanto isso, outro comentário destacou:
“Galera, acordem. É uma exigência do Ministério do Trabalho. São obrigados a fazer os vídeos como forma de retratação à sociedade.”
Campanha reforça importância da denúncia
Apesar da repercussão negativa, a campanha busca chamar atenção para casos de escravidão doméstica e reforçar a importância da denúncia de situações que envolvem exploração de trabalhadores.
Dessa forma, a iniciativa destaca que expressões como “era praticamente da família” não justificam a ausência de salário, férias, jornada de trabalho digna ou qualquer outro direito garantido pela legislação trabalhista.
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