A Polícia Civil de São Paulo descobriu, nesta quarta-feira (1º), uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas falsificadas em Limeira. Segundo a investigação, o esquema abastecia comerciantes do interior do estado.
Durante a operação, os agentes prenderam uma idosa de 70 anos, apontada como responsável pelo local.
Investigação levou até fábrica clandestina
Inicialmente, os policiais identificaram irregularidades na região de Rio Claro. A partir disso, eles analisaram dados de celulares apreendidos e descobriram a origem das bebidas comercializadas.
Em seguida, as informações levaram os investigadores até o endereço em Limeira, onde funcionava a fábrica clandestina.
Polícia cumpre mandados em duas cidades
Além da descoberta do local, os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. Três deles ocorreram em Limeira e outro em Piracicaba.
No principal endereço, a polícia encontrou a estrutura usada na falsificação das bebidas e realizou a prisão da suspeita.
Histórico e ligação com outros crimes
De acordo com a Polícia Civil, o marido da mulher já cumpre pena em regime semiaberto. Ele responde por crimes tributários e contra o patrimônio.
Por isso, os investigadores também analisam possíveis conexões entre os casos.
Operação avança em novas fases
A ação integra a quarta fase da Operação Poison Source, que já identificou diferentes núcleos do esquema.
Na primeira etapa, por exemplo, os policiais prenderam um dos principais fornecedores de insumos e apreenderam materiais falsificados.
Depois disso, a segunda fase cumpriu mandados em vários estados e resultou em novas prisões. Já na terceira, os agentes localizaram pontos de produção ilegal em Rio Claro.
Agora, com a nova descoberta, a polícia amplia o mapeamento da rede de distribuição.
Investigações continuam
Atualmente, a Polícia Civil segue com as apurações para identificar outros envolvidos. Além disso, os agentes buscam entender toda a cadeia de produção e distribuição das bebidas falsificadas.
A população pode denunciar a fabricação ou venda de produtos falsificados de forma anônima pelos canais oficiais da Polícia Civil de São Paulo. Além disso, as autoridades orientam que consumidores evitem comprar produtos sem procedência ou nota fiscal.