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Pai defende filho após ataque homofóbico em live e cena viraliza: ‘Orgulho’

Influenciador Lucas Feldmann foi alvo de comentário preconceituoso enquanto se maquiava
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O influenciador Lucas Feldmann, de 22 anos, foi alvo de um comentário homofóbico durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais enquanto se maquiava. A situação ganhou repercussão após o próprio pai dele, Itamar Feldmann, entrar na live para defendê-lo publicamente, em uma cena que emocionou internautas.

Durante a transmissão, um usuário escreveu que o jovem seria motivo de vergonha para o pai. Ao ler a mensagem, Lucas reagiu com surpresa e decidiu chamar Itamar para responder ao comentário, que rebateu afirmando que o jovem é motivo de orgulho para a família, destacando o carinho e a admiração que sente.

“Lucas nos enche de orgulho, é nosso filhão amado. Filho não é que nem um carro, que tu vai ali e escolhe a marca. Não. Filho é uma bênção que vem de Deus”, afirmou. “Meus filhos são bênção na minha vida, minha herança, o melhor feito da minha existência são os meus dois filhos”, completou (assista a seguir).

Ainda durante a live, Itamar ressaltou o talento do filho na área da maquiagem e disse reconhecer o trabalho desenvolvido por ele nas redes sociais. Ao final da participação, deu um beijo na cabeça de Lucas, que chorava.

O vídeo do momento foi publicado no último dia 27 e já ultrapassou 13 milhões de visualizações. Morador de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Lucas reúne mais de 170 mil seguidores, onde compartilha rotina, dicas de maquiagem e também atua como profissional e professor na área.

Homofobia é crime

A homofobia é considerada crime no Brasil desde 2019, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu equiparar atos de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero ao crime de racismo. Com isso, condutas preconceituosas passam a ser enquadradas na Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989), até que haja uma legislação específica sobre o tema. Na prática, isso significa que ofensas, discriminações e manifestações de ódio contra pessoas LGBTQIAPN+ podem resultar em punições legais, incluindo multa e até prisão.


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Autor

  • Renan da Paz

    Jornalista com três anos de experiência em comunicação multiplataforma, com atuação em televisão (apresentação, reportagem, produção, direção, roteirização e edição), assessoria de imprensa e produção de conteúdo para redes sociais. Atualmente, é produtor na VTV SBT e repórter web do VTV News.

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