O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro recusou a operação de segurança para presidenciáveis fornecida pela Polícia Federal (PF). O parlamentar criticou o órgão e chegou a questionar se os agentes estão “se prestando a um papel de destruir o País”.
Além disso, Flávio direcionou questionamentos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após o magistrado proibi-lo de visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por um período de 90 dias.
Durante um evento do PL, neste sábado (19), o senador chegou a pedir o impeachment de Moraes. As críticas coincidem com outra restrição: o ex-presidente não poderá receber nenhuma visita no prazo de 30 dias.
Na semana passada, a defesa de Jair Bolsonaro havia solicitado uma autorização de visita para o dia 25 de julho, data em que ocorrerá o evento de oficialização da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
O presidente argentino Javier Milei estará presente e já havia informado, anteriormente, que aproveitaria a oportunidade para visitar o ex-mandatário brasileiro.
Operação de segurança
A operação de segurança dos presidenciáveis teve início nesta segunda-feira (20). O plano foi projetado para monitorar e proteger, simultaneamente, até dez candidaturas.
A estrutura prevê equipes especializadas espalhadas por todos os estados, além de um acompanhamento minucioso e permanente das agendas de campanha.
Ao todo, a Polícia Federal mobilizará até 458 servidores — entre agentes de proteção, chefes de equipe e especialistas em inteligência e logística —, contando também com o apoio de todas as superintendências regionais do país.
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