Um homem de 38 anos, procurado por suposto estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Militar nesta terça-feira (18), Jardim Santense, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a corporação, havia um mandado de prisão contra ele pelo crime, que envolve a prática de ato sexual com pessoa menor de 14 anos.
Os agentes receberam informações sobre a localização do suspeito e fizeram buscas pela região indicada, onde, em certo momento, encontraram um homem com as mesas características e realizaram a abordagem.
Após consulta aos antecedentes criminais, os policiais constataram que havia um mandado de prisão contra ele pelo crime de estupro de vulnerável. A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Macau, no Rio Grande do Norte, e a prisão foi realizada por PMs do 2º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP).
Estupro de vulnerável
O homem foi levado ao Distrito Policial (DP) Sede de Guarujá, onde permaneceu à disposição da Justiça. Como ele não teve a identidade divulgada, não foi possível localizar sua defesa, mas o espaço segue aberto.
O crime de estupro de vulnerável envolve a prática de ato sexual com pessoa menor de 14 anos ou com alguém que, em razão de sua condição, não tenha discernimento ou capacidade para consentir ou oferecer resistência.
Como denunciar casos de violência contra crianças e adolescentes
Casos de violência física, psicológica, ameaças, abuso, violações de direitos ou situações que coloquem crianças e adolescentes em risco podem ser denunciados por diferentes canais de atendimento. As denúncias podem ser feitas de forma anônima. Os principais canais são:
- Disque 100 – serviço nacional de denúncias de violações de direitos humanos;Polícia Militar – pelo telefone 190, em casos de emergência;
- Polícia Civil – presencialmente em delegacias;
- Conselho Tutelar – responsável por acompanhar situações que envolvam menores;
- Delegacias especializadas como as Delegacias de Defesa da Mulher (DDM) e unidades de proteção à criança e ao adolescente.
Segundo especialistas, denúncias podem ser fundamentais para interromper ciclos de violência, garantir proteção às vítimas e auxiliar investigações. Mesmo em casos de suspeita ou quando não há confirmação dos fatos, informações podem contribuir para o acionamento da rede de proteção.