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Corpo carbonizado em Mogi Mirim é identificado como de empresária

Raquel de Brito Gerolomo morava em Santo Antônio de Posse e estudava Direito na Faculdade Santa Lúcia
corpo carbonizado em Mogi Mirim: Retrato em close de Raquel de Brito Gerolomo em ambiente interno, com cabelo curto castanho e expressão neutra, usada em reportagem sobre o caso.

Mogi Mirim teve a identidade de uma mulher encontrada carbonizada confirmada pela polícia após uma ocorrência registrada na noite de quinta-feira (10), na Estrada do Tomateiro. O caso envolve Raquel de Brito Gerolomo, de 44 anos, e segue sob investigação da Polícia Civil.

Quem era a mulher encontrada em Mogi Mirim

Raquel de Brito Gerolomo tinha 44 anos e morava em Santo Antônio de Posse, na região de Campinas. Ela era natural de Amparo e trabalhava como empresária.

Além da atividade profissional, Raquel estudava Direito na Faculdade Santa Lúcia. Ela também participava de ações de resgate de animais e tinha envolvimento com a área de alimentação.

A vítima chegou a abrir um restaurante. A família também publicou uma homenagem após a confirmação da morte.

A mãe de Raquel, Ideli de Brito Gerolomo, lamentou a perda em uma rede social. Na publicação, ela afirmou que era grata pelo privilégio de ter sido mãe da empresária.

Onde o corpo foi encontrado

O corpo estava na Estrada do Tomateiro, identificada como MMR-231, no bairro Piteiras, em Mogi Mirim.

A Guarda Civil Municipal recebeu a informação de que havia um carro em chamas na região. Quando os agentes chegaram, encontraram o veículo queimado.

Os guardas também localizaram o corpo de uma mulher nas proximidades. O corpo apresentava sinais de carbonização.

O Corpo de Bombeiros foi chamado para controlar o incêndio. Depois, a área ficou isolada para preservar o local e permitir a realização dos trabalhos necessários.

Próximo ao corpo carbonizado, um veículo também foi encontrado queimado — Foto: Guarda Civil Municipal
Próximo ao corpo carbonizado, um veículo também foi encontrado queimado — Foto: Guarda Civil Municipal

Polícia investiga morte suspeita

A Polícia Civil registrou o caso como morte suspeita e também como localização e apreensão de veículo. A ocorrência foi apresentada no plantão da Delegacia Seccional de Mogi Guaçu.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo explica que a classificação de morte suspeita pode ser usada em situações nas quais existem dúvidas sobre a causa ou as circunstâncias da morte. A unidade policial responsável pode alterar a classificação durante a apuração.

Até o momento, não há informação oficial que permita apontar a causa da morte ou responsabilizar alguém pelo crime. A investigação deve reunir os elementos encontrados no local e outros dados obtidos pela polícia.

Imagens podem ajudar na investigação

Os investigadores solicitaram imagens da muralha digital da Guarda Civil Municipal. O sistema pode ajudar a verificar a movimentação registrada na região no período relacionado à ocorrência.

O veículo encontrado queimado também foi apreendido. Depois dos procedimentos realizados no local, o carro foi levado para o pátio.

A Polícia Civil ainda trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte e entender o que aconteceu antes da localização do corpo. Novas informações podem ser divulgadas conforme o avanço da investigação.


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Autor

  • Laís Seguin

    Formada em Jornalismo pela Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba) e atua na imprensa desde 2021 como repórter de cotidiano, comportamento e variedades. Produz conteúdos voltados ao dia a dia da população, com foco em informação acessível e de interesse regional.

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