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Quem era Alexandre Lippaus Rocha, professor que morreu após passar mal em Campinas

Professor de Geografia da rede municipal, Alexandre tinha 32 anos, estudou na Unicamp e foi lembrado por amigos e colegas pela alegria, atenção e dedicação aos alunos

O professor de Geografia Alexandre Lippaus Rocha, de 32 anos, morreu na manhã de terça-feira (27), após passar mal durante o trabalho em uma escola municipal de Campinas, no interior de São Paulo. Ele integrava a rede pública de ensino havia dois anos. Após a notícia da morte, amigos, antigos colegas de universidade e profissionais da educação prestaram homenagens ao educador.

Conhecido como Xandão entre as pessoas próximas, Alexandre era lembrado pela alegria, atenção e dedicação. Além disso, as mensagens publicadas nas redes sociais destacaram o carinho com que ele tratava as pessoas e o compromisso com a educação.

O professor lecionava na Escola Municipal de Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (Emef/EJA) Oziel Alves Pereira, no Jardim Monte Cristo, em Campinas.

Professor estudou Geografia na Unicamp

Alexandre também estudou Geografia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Durante a graduação, construiu amizades que permaneceram ao longo dos anos.

Após a notícia da morte, uma antiga colega de universidade compartilhou uma homenagem e recordou a convivência com o professor.

“Conheci o Alexandre quando fazíamos Geografia na Unicamp, sempre foi uma pessoa amável, atenciosa, engraçada e muito preocupada com todos ao seu redor”, escreveu.

O relato reforça características que também apareceram em outras mensagens de despedida. Entre elas, destacam-se a atenção com as pessoas e a forma acolhedora com que Alexandre se relacionava com amigos e colegas.

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Amigos destacam alegria e carinho do educador

Nas redes sociais, pessoas próximas compartilharam lembranças e mensagens de despedida. Em várias publicações, amigos ressaltaram a alegria que Alexandre transmitia e a importância de sua presença no cotidiano.

Conhecido pelo apelido de Xandão, o professor recebeu homenagens de pessoas que conviveram com ele em diferentes momentos da vida.

“Xandão alegrava todos ao seu redor. Uma honra ter convivido contigo”, publicou um amigo.

Além das lembranças pessoais, outras mensagens destacaram a atuação de Alexandre na educação. Em uma das homenagens, um conhecido o descreveu como “um ser de luz, professor incrível”.

Assim, as manifestações nas redes sociais demonstraram a repercussão da morte entre amigos, colegas de profissão e pessoas que acompanharam sua trajetória.

Professor passou mal durante o trabalho

Alexandre passou mal na manhã de terça-feira (27), enquanto trabalhava na Emef/EJA Oziel Alves Pereira, no Jardim Monte Cristo.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, funcionários da escola acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros assim que perceberam a situação.

As equipes de emergência foram até a unidade para prestar socorro. No entanto, o professor não resistiu. Até a divulgação das informações, as autoridades não haviam informado a causa da morte.

Prefeitura suspendeu as aulas após a morte

Após a morte do educador, a Prefeitura de Campinas suspendeu as atividades escolares na unidade durante a terça-feira (27).

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação lamentou a perda. Além disso, a pasta informou que uma equipe permaneceria na escola para acolher estudantes e funcionários que precisassem de apoio.

A medida buscou oferecer suporte à comunidade escolar diante da morte do professor. Enquanto isso, amigos e colegas continuaram compartilhando homenagens e recordações de Alexandre nas redes sociais.

As mensagens ressaltaram sua dedicação ao ensino, a alegria no convívio com outras pessoas e o carinho que marcou sua trajetória.


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Autor

  • Luana Gasparetto

    Jornalista e radialista, com experiência em produção de conteúdo multiplataforma, elaboração de pautas, entrevistas e cobertura jornalística, com foco em informação de interesse público, comunicação digital e jornalismo investigativo. É autora do livro-reportagem “Borboletas de Concreto: desvelando as marcas deixadas nos corpos de ex-detentas e suas metamorfoses” e pós-graduanda em Gestão de Rádio e Mídias Audiovisuais.

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