O juiz Paulo Ricardo Cursino de Moura, negou o pedido da defesa de Hytalo Santos e seu marido, Israel Natã Vicente, de permanecerem presos em São Paulo. O pedido aconteceu na manhã do último sábado, dia 16, em Osasco, durante a audiência de custódia.
A solicitação foi indeferida porque a decisão cabe exclusivamente ao juíz que determinou a medida cautelar, e não ao plantão judiciário de São Paulo.
Na mesma decisão, o magistrado também rejeitou o pedido de revogação da prisão e de aplicação de medidas cautelares alternativas. Assim, ficou definido que o caso seguirá para análise do juízo natural, ou seja, a Vara responsável pelo processo na Paraíba.
Segundo informações, Hytalo e o marido estão presos na unidade prisional de Carapicuíba com outros 19 detentos, e permanecem em cela separada e sem chuveiro.
Advogados entram com 2º pedido de Habeas Corpus

Após a primeira petição realizada na sexta, a defesa sustenta que a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Mista de Bayeux carece de fundamentação concreta e se baseia em alegações genéricas de fuga, destruição de provas e intimidação de testemunhas. Os advogados argumentam que não há elementos objetivos que justifiquem a medida extrema e pedem a substituição da prisão por medidas cautelares alternativas.