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Mariana Rios escolhe nome exótico e de origem espanhola para o filho que vai nascer

A atriz chegou a ser criticada pelos internautas pela escolha
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Grávida de 6 meses, a atriz Mariana Rios anunciou o nome escolhido para seu filho: Palo. De origem espanhola e considerado exótico para os padrões registrados no Brasil, o nome traz o debate sobre a legislação brasileira quanto à escolha e alteração no registro civil. Embora exista liberdade na escolha, a lei impõe limites para evitar que nomes sejam considerados ofensivos ou que possam expor seus portadores ao ridículo.

No Brasil, o nome Palo possui apenas 689 registros, conforme dados do Censo Demográfico de 2010. Mas o que acontece caso os genitores se arrependam da escolha do nome? De acordo com Beatriz Conrado, advogada especialista em Direito de Família e Sucessões, a Lei nº 14.382/2022 trouxe inovações importantes nesse campo. “Até 15 dias após o registro, qualquer um dos genitores pode solicitar a alteração do nome da criança diretamente no cartório, desde que ambos estejam de acordo. Caso não haja consenso, o pedido precisa ser analisado por um juiz, circunstância em que será necessária a contratação de um advogado para ajuizamento de ação judicial”, explica.

Na mesma linha, o advogado civilista Kevin de Sousa, mestre em Direitos da Personalidade, especialista em Direito de Família e Sucessões, entende que o debate provocado pelo nome “Palo” é legítimo e revela uma tensão entre liberdade criativa dos pais e os efeitos práticos dessa escolha na vida da criança.

Vejam o que ele fala:

“Um caso emblemático nesse contexto é o de um casal do Paraná que, em 2008, tentou registrar o filho com o nome “Satan”. O cartório recusou o registro por considerar o nome ofensivo e potencialmente traumático. O juiz corregedor manteve a negativa, aplicando o princípio da dignidade da pessoa humana e o dever de proteção da infância. Esse exemplo nos mostra que a intervenção do Estado não visa censurar os pais, mas preservar o futuro da criança contra riscos concretos de exclusão ou estigmatização”, completa.

Mariana Rios teve dificuldade para engravidar

A atriz teve dificuldade para engravidar, enfrentando uma série de desafios em sua jornada para se tornar mãe, incluindo uma trombofilia adquirida e incompatibilidade genética com o namorado João Luis Diniz, que a levaram a iniciar um processo de fertilização in vitro (FIV).

Ela sofreu um aborto espontâneo em 2020, quando estava grávida do seu primeiro filho com o empresário Lucas Kalil. Ela detalhou a experiência, incluindo a descoberta de uma doença autoimune que a levou a ter perda gestacional. A atriz está no final do sexto mês e vem publicando reflexões sobre o tema em suas redes sociais.


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Autor

  • Mabell Reipert

    Jornalista e apresentadora, iniciou a sua carreira aos 15 anos. Filha de jornalista, sempre esteve envolvida com a comunicação, participando de programas de rádio e tv. Formou-se em jornalismo em 1998. Hoje focada na editoria de celebridades, Mabell Reipert esteve a frente do quadro A Hora da Venenosa, da TV Record, por 5 anos no Litoral de SP e Rio de Janeiro e agora faz parte da VTV SBT, onde apresenta o quadro ''Abelhudos'', também com editoria de celebridades.

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