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Porta-voz dos EUA nega influência da família Bolsonaro em decisão sobre facções

Amanda Roberson afirmou que as ações do presidente são tomadas apenas por ele e sua equipe

A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, negou que a decisão de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas tenha tido influência da família Bolsonaro. Amanda confirmou a informação durante uma entrevista ao Poder Expresso, do SBT News.

“São medidas para proteger a nossa segurança; sabemos que estes dois grupos estão atuando não só no Brasil, mas em muitos países do mundo, e isso inclui os EUA. As decisões já estão tomadas de acordo com a nossa lei: primeiro ocorre uma publicação oficial e, depois, a medida começa no dia 5 de junho”, disse a porta-voz.

De acordo com a porta-voz, a medida partiu apenas do presidente Trump e sua equipe, e as decisões são tomadas de maneira independente, “sempre colocando os interesses dos americanos e da segurança nacional dos EUA em primeiro lugar”.

Além disso, Roberson negou que haverá intervenções militares no Brasil e informou que a lei americana não contempla ações militares. Comentou ainda que o caso da Venezuela foi “muito específico” e que o objetivo é incentivar as autoridades do Brasil a tomar medidas mais rigorosas.

Amanda explicou ainda que haverá bloqueio de bens que estão em território americano e cancelamento de passaportes. Além disso, aqueles que estão nos EUA serão proibidos de realizar qualquer tipo de transação para as facções, e a lei qualifica como crime fornecer apoio material ou qualquer tipo de recurso para os criminosos.

*Com informações do SBT News


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Autor

  • Beatriz Santos

    Jornalista formada pela Universidade Santa Cecília em 2024. Atua com produção de conteúdo, redação e assessoria de imprensa.

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